Hora do planeta!!!27 de março, entre 20h30 e 21h30

No sábado, 27 de março, entre 20h30 e 21h30 (hora de Brasília), o Brasil participa oficialmente da Hora do Planeta. Das moradias mais simples aos maiores monumentos, as luzes serão apagadas por uma hora, para mostrar aos líderes mundiais nossa preocupação com o aquecimento global.

A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. No ano passado, quando o Brasil participou pela primeira vez, o movimento superou todas as expectativas. Centenas de milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes. Monumentos e locais simbólicos, como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor, o Congresso Nacional e outros ficaram uma hora no escuro. Além disso, artistas, atletas e apresentadores famosos ajudaram voluntariamente na campanha de mobilização. Clique aqui e veja a lista de quem já aderiu.

Em 2010, com a sua participação, vamos fazer uma Hora do Planeta ainda mais fantástica!

Hora do planeta, pedimos a sua adesão!!!

Nasa flagra tempestade de areia do Saara invadindo Ilhas Canárias

Tempestade de areia alcança as Ilhas Canárias a partir do deserto do Saara, especificamente do noroeste da África. O fenômeno, que começou em 3 de fevereiro, foi registrado pelo satélite Aqua, da Nasa, que divulgou a foto nesta terça-feira (9). Trajeto mais curto entre o arquipélago espanhol no Oceano Atlântico e o continente africano é de 115 quilômetros. (crédito: Cortesia Jacques Descloitres / MODIS Land Rapid Response Team / Nasa GSFC)

Nasa – Climate Essentials – Galeria com informações sobre a Mudança Climática

A Nasa preparou uma série de apresentações sobre as mudanças Climáticas do planeta, simulações, documentários, multimedia. Vale a pena conferir. Nasa – Climate essentials

Lula sanciona lei do clima com vetos

Um deles é o que previa eliminação do uso de combustíveis fósseis; corte de emissão por setor ficará para decreto.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve sancionar hoje, com três vetos, a lei que institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima. O texto formaliza o compromisso do País de reduzir entre 36,1% e 38,9% a emissão de CO2 até 2020, assumido na Conferência das Nações Unidas em Copenhague. Para alcançar a meta, a lei prevê a criação do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, que concentrará recursos para investimentos na área. A lei prevê ainda linhas de crédito e medidas fiscais e tributárias para estimular o uso de tecnologias limpas, como eólica e de fonte solar.

O texto que será sancionado por Lula representa o primeiro passo para implementação da meta assumida em Copenhague. Para ser colocado em prática é preciso que a lei seja regulamentada – uma tarefa árdua, diante da falta de consenso no próprio governo sobre quanto cada setor da economia deverá cortar nas emissões de CO2.

Os vetos foram decididos em reunião do presidente com os ministros do Meio Ambiente, Carlos Minc, e de Minas e Energia, Edison Lobão. Das 10 sugestões de veto à lei apresentadas pelos ministérios, 3 foram aceitas. Uma das alterações, pedida pelo ministério de Minas e Energia, suprime a determinação de o País “abandonar” paulatinamente o uso de combustíveis fósseis. Minc justificou a mudança: “A proposta é estimular fontes limpas e não necessariamente deixar de usar por completo fontes não renováveis.”

Outro veto, solicitado pela Advocacia Geral da União (AGU), consiste em dispositivo que estava previsto na lei que proibia contingenciamento de recurso para o combate a mudanças climáticas. “Essa foi uma interpretação técnica. Uma lei ordinária não pode tratar de contingenciamentos ao orçamento”, disse Minc.

Também foi determinada uma alteração ampla no artigo 10º da lei, que tratava das estratégias de incentivo a tecnologias limpas. O alvo principal da mudança foi estender às usinas hidrelétricas de grande porte o acesso a políticas de incentivo, até então restritas às pequenas.

As mudanças no texto não agradaram ambientalistas, mas, mesmo assim, as críticas foram comedidas. A estratégia é concentrar forças para a regulamentação, etapa fundamental. A recomendação é que ministérios comecem a trabalhar as suas sugestões a partir de janeiro. “A lei traça diretrizes gerais, é um plano de voo. Nossa preocupação é como fazer com que tais compromissos sejam materializados”, disse a secretária do Ministério do Meio Ambiente, Suzana Kahn. Minc gostaria que a regulamentação saísse rapidamente, antes que ele deixe o ministério para disputar as eleições de 2010.

Além da falta de entendimento dentro do próprio governo, há questões que ainda precisam ser amadurecidas. Entre elas está a forma como a política será colocada em prática. Suzana considera essencial, por exemplo, que as atribuições para a condução da política fiquem concentradas em uma entidade nacional. Ela ficaria encarregada de gerir recursos da do fundo criado pela lei – com dinheiro proveniente da exploração do petróleo. O ministério já começou a avaliar as possibilidades. “Há vários formatos possíveis: uma agência específica, uma comissão, uma secretaria. Mas essa discussão ainda é bastante recente, há muito o que se caminhar para que cheguemos a uma proposta, e, principalmente, que ela seja consensual.”

Membro do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, o pesquisador Carlos Nobre considerou previsível a retirada do texto da expressão “abandono paulatino” do uso de combustíveis fósseis por causa do pré-sal. Para ele, a mudança é um sinal de que a troca de energia fóssil por fontes mais limpas deve ocorrer num ritmo mais lento do que o desejado. Nobre considera essencial que investimentos em fontes limpas sejam prioritários. “Em menos de 50 anos, combustíveis fósseis terão de ser abandonados. É uma tendência mundial.”

Há cerca de dois meses, São Paulo foi o primeiro Estado a aprovar e sancionar sua própria lei de mudanças climáticas, prevendo um corte de 20% nas emissões em relação aos níveis de 2005.

SAIBA MAIS

Para combater as ações do homem que contribuem para o aquecimento global, a lei que institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima cita como princípios a prevenção, a participação cidadã, o desenvolvimento sustentável e, no âmbito internacional, “responsabilidades comuns, porém diferenciadas”

As medidas a serem tomadas devem ser motivadas por “razoável consenso por parte dos meios científicos e técnicos” e considerar “os diferentes contextos socioeconômicos”, distribuindo os ônus “de modo equitativo e equilibrado”. Ações de âmbito nacional devem integrar as ações no âmbito estadual e municipal”

Entre os objetivos estão conservar e recuperar recursos ambientais e consolidar e expandir áreas legalmente protegidas, além de incentivar o reflorestamento. Também prevê o desenvolvimento do Mercado Brasileiro de Redução de Emissões (MBRE)

Prevê a promoção de pesquisas e difusão de tecnologias para reduzir emissões, o uso de instrumentos financeiros para ações de mitigação e adaptação e a “promoção da conscientização pública e da cooperação internacional”

Cita “medidas fiscais e tributárias” para estimular ações, como alíquotas diferenciadas e isenções, além de dar preferência, em licitações e concorrências públicas, a projetos que propiciem economia de recursos naturais e redução de emissões de gases-estufa. Também prevê metas “quantificáveis e verificáveis” para reduzir emissões.

Fonte: Estado Leonardo Goy e Lígia Formenti, BRASÍLIA

Qual a lição que devemos tirar da COP-15 (Conferencia sobre o clima – Copenhagen).

A COP-15 terminou e com ela uma grande chance para todos os países tomarem uma ação imediata já.

Enquanto Obama jogava um balde de água fria sobre o Mundo e o futuro dos povos, os Estados Unidos da América do Norte sofria com o clima. O próprio Obama passou mal bocado quando retornava para casa, seu avião teve que lutar contra uma tempestade de neve.

Outras lutas o Obama terá que travar, com a popularidade em baixa em seu próprio país e o fim da lua de mel com a opinião internacional, guerra, saúde pública, desemprego, economia, etc.

A verdade é que desde o início já se falava do fracasso da COP-15. Mas porque fracassou?

Tem um ditado que diz “quando o dinheiro sai por uma porta o amor sai por outra”.

Pelos motivos abaixo a Conferência já estava fadada ao fracasso.

A diferença de valores necessários para a mitigação do efeito estufa ($ 100 bilhões de dólar ano) foi apenas um dos motivos para o fracasso. Entregar tecnologias para os países subdesenvolvidos e em crescimento como um presente é mais que um punhado de dólares, significa dar asas e pernas para aqueles que sempre foram dependentes. Algumas considerações abaixo para você leitor acompanhar.

  • Vai ter um monte de dinheiro para enfrentar a mudança do clima – muito mais do que até mesmo 100 bilhão de dólares ano que Gordon Brown, Barack Obama, Wen Jiabao, e outros chefes de estado discutiram em Copenhague.
  • Os países em desenvolvimento afirmam publicamente que os países desenvolvidos devem pagar a conta por meio de auxílio financeiro e doações de tecnologia – e esta reivindicação é apoiada por um núcleo principal do acordo original sobre o clima (original global agreement) que foi assinada por todos E.U. e os principais países na Cúpula do Rio em 1992.
  • Os países em desenvolvimento exigem em troca de assumir novas obrigações, controle, transparência, etc.
  • Politicamente falando, não será possível que os governos dos países desenvolvidos concordará em chegar ao dinheiro e tecnologia necessária sob a forma de auxílio.
  • Não há nenhuma esperança de que os proprietários da maior parte da tecnologia existente e futura – empresas do setor privado – vão entregar aos países em desenvolvimento … a menos que seus governos force a fazê-lo (altamente improvável) ou comprar patentes e a partir deles para dar a outros governos (provável que seja raro).
  • Os mercados de carbono e as despesas por grandes emissoras pelo deslocamento (como seqüestro de carbono através de REDD) não irá fechar essa lacuna dentro de até US $ 50 bilhões por ano, pelo menos até o fim da próxima década.

Dada a urgência que resulta da ciência climática, o mundo precisa de um grande salto no nível de ação e de compromisso dos países mais rapidamente possível.

Os países precisam chegar a um acordo em um alto nível, incluindo os princípios importantes e alguns dos elementos de um negócio global. Aqui estão algumas verdades ainda que, se não for conveniente, pelo menos, fornecem as peças chave para resolver o enigma do clima e alcançar um acordo global:

  • A diferença do proposto e do necessário (US $ 100 bilhões por ano), provavelmente, poderá ser preenchido através do investimento do sector privado na baixa tecnologia GEE – geração de energia mais limpos, Smart Grid, meios de transporte menos poluentes e de produção, etc.
  • Grandes corporações, incluindo a Alstom, Areva, a BP, a Cisco, Dow Chemical, Duke Energy, a GE, Wal-Mart e o Google já estão fazendo grandes investimentos, juntamente com empresas parceiras na China e os países em desenvolvimento.
  • Um quadro aonde exista melhor funcionamento para os financiamentos internacionais “custo incremental” da tecnologia superior ao custo de “business as usual” tecnologia superior para a redução de emissões abriria bilhões de dólares em novas tecnologias de colaboração corporativa e investimento.
  • Estes investimentos são definitivamente capaz de apenas gerar retornos para as empresas envolvidas. Como ficou claro em uma mesa-redonda sobre Modelos de Cooperação Tecnológica na segunda-feira em Copenhague patrocinado por por GreenOrder, Dalberg, e Climate Group, juntamente com as empresas que acabei de mencionar, ofertas grandes de tecnologia sempre precisa acabar satisfazendo as prioridades do país beneficiário para a criação de emprego, desenvolvimento de capacidades locais, a segurança energética, etc

É fundamental que a comunidade empresarial eduque os governos sobre o papel que podem desempenhar e permitam aos mecanismos financeiros que realizem as ações que são necessárias. Como prova quantitativa, os líderes empresariais devem mostrar-lhes para onde irá o dinheiro.

A grande lição que tiramos é que não devemos esperar por resoluções intergovernamentais para agir. Empresas privada tem feito mais que governos para mitigar a ação do efeito estufa, a população civil deve fazer sua parte se informando de como proceder fazendo sua parte para a redução de emissões de gases. Esta provado que nos casos aonde exija cooperação e ajuda decorrente de catástrofe a população e a Media chagam primeiro, então mãos a obra.

Fonte: Este artigo foi escrito em informações retiradas do site http://www.climatebiz.com em matéria escrita por Truman Seman.

COP-15 discute nova minuta que contém estado da negociação

A cúpula da ONU sobre mudança climática (COP-15), que acontece em Copenhague, discute a partir desta terça uma nova minuta de conclusões que contém o estado da negociação, da qual já participam aproximadamente 50 ministros do Meio Ambiente.

Fontes da União Europeia (UE) disseram à agência EFE que não é um texto final, mas cobre todos os temas debatidos neste fórum, como a redução das emissões dos gases do efeito estufa e o financiamento para combater a mudança climática nos países pobres, sem dar números.

“Há muitas frases com colchetes”, assinalaram as fontes, em alusão aos espaços deixados pendentes de fechamento à medida que avançam os debates nesta conferência.

A presidente da conferência, Connie Hedegaard, explicou que os dois grupos de trabalho em andamento hoje na cúpula têm até a última hora do dia para redigir minutas de acordo, para que possam ser debatidas na sessão plenária de amanhã.

Referiu-se também às críticas dos países menos desenvolvidos, que acusam às nações ricas de querer “matar” o Protocolo de Kioto – que obriga essas últimas a fixar objetivos vinculativos sobre redução de emissões – em virtude de um novo acordo que inclua aos emergentes e aos EUA, que não assinou o documento.

A primeira minuta que circulou nesta conferência na semana passada continha números de redução global das emissões de gases do efeito estufa e mencionava o compromisso de financiar medidas para combater os efeitos da mudança climática nos países em desenvolvimento.

COP-15
A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, de 7 a 18 de dezembro, que abrange 192 países, vai se reunir em Copenhague, na Dinamarca, para a 15ª Conferência das Partes sobre o Clima, a COP-15. O objetivo é traçar um acordo global para definir o que será feito para reduzir as emissões de gases de efeito estufa após 2012, quando termina o primeiro período de compromisso do Protocolo de Kyoto.

Fonte: EFE

Não espere pelos governantes para tomar uma atitude.

Nós não podemos esperar por nossos governantes para tomar uma atitude em relação a mudança climática no mundo. Simples atitudes como utilizar ao máximo iluminação natural, desligar aparelhos não utilizados da tomada, banhos não demorados são algumas destas pequenas atitudes que fazem a diferença.

O consumo consciente, comprando aquilo que realmente necessitamos, na hora da compra saber se quem fabrica pratica os princípios da sustentabilidade, reutilizar, reciclar economizar são ações que tem que partir de nós.

Pressionar nossos governantes para que utilizem os recursos de nossos impostos pagos em projetos green, sustentáveis e que busquem diariamente a redução da emissão dos gases que geram o efeito estufa é um dever de todos, não pratique a alienação, não passe um cheque em branco para políticos corruptos e cobre os seus direitos de cidadão.

Pratique a cidadania a todo momento, procure por soluções e participe de debates visando esclarecer e se integrar aos principais movimentos que lutam pela sustentabilidade do planeta. A época de deixar para depois acabou, o momento certo de assumir o controle é este, pois os principais lideres do planeta estão reunidos para falar por nós e decidir por nós.

Faça o melhor por seu planeta e por seus amigos. Faça sua vida valer a pena.

As vésperas do início da Conferência mundial do Clima o Arthur nasceu.

Às vésperas do início da Conferência mundial do Clima em Copenhagen, nasceu o filho da minha amiga Edith, o Arthur. Todos os dias crianças nascem, trazendo esperança para todos, afinal é a renovação.

Mas o que o nascimento do Arthur tem haver com a Conferência mundial do Clima? Tudo haver, nada haver, depende do que vão falar, quais os resultados práticos desta Conferência.

No brienfing pré-Copenhague, realizado, hoje, para a imprensa, Yvo de Boer, o secretário-executivo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, comentou sobre suas expectativas em relação ao evento histórico que é a COP-15.

De Boer espera que as decisões sejam tomadas em Copenhague, mas considera a possibilidade de os países precisarem de um pouco mais de tempo para assinarem um tratado internacional nesse sentido. De acordo com o secretário, assim que ele for assinado, os países devem agir imediatamente, não sendo necessário um instrumento legal para que ele entre em vigor, como foi com o Protocolo de Kyoto. Por outro lado, ele afirmou estar ciente de que as metas apresentadas até agora são insuficientes para manter o aumento da temperatura global abaixo dos 2ºC.
O secretário também descartou a possibilidade de o acordo ser adiado para 2010, uma vez que todos os países desenvolvidos já possuem seus números para negociação, com exceção dos Estados Unidos. E disse ser fundamental que os americanos sinalizassem o que pode ser feito em termos de redução de emissões e destinação de recursos financeiros aos países em desenvolvimento, uma vez que muitos países têm metas condicionadas ao fato de outros países também as tenham.

Bom, já vimos que o Sr. De Boer tem razões para se preocupar com o sucesso da Conferencia, a Edith também, aliás, todos nós. Mas o Arthur nasceu, as esperanças se renovam com ele e todas as crianças que estão nascendo no momento que se discute o futuro do nosso planeta.

Arthur bem vindo, você não esta só, tem um mundão de gente boa lutando por um mundo melhor para todos nós, conte conosco.

Brasileiros emitem o dobro da média mundial de CO2, diz Inpe

Cada brasileiro é responsável pela emissão de 10 toneladas de gás carbônico (CO2) por ano, em média. O número é duas vezes maior do que a média mundial. Os dados são da Rede-Clima, ligada ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais Inpe.

“Somos o país em desenvolvimento com a maior média mundial”, disse Carlos Nobre, um dos coordenadores da Rede-Clima, ao participar de comissão geral na Câmara para discutir a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15). O encontro será realizado em dezembro, em Copenhague (Dinamarca).

A meta é de que a média mundial de emissão de CO2 seja de 1,2 tonelada por ano até 2050, para que a temperatura global não aumente 2 graus Celsius (°C). “Ela já subiu 0,8 °C nos últimos 100 anos. Falta 1,2 °C. Já chegamos muito próximo do limite”, disse Carlos Nobre.

Na avaliação do diretor executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Augusto Coelho Fernandes, a estratégia brasileira para reduzir a emissão de gases de efeito estufa deve partir de dois pontos básicos: do uso de uma matriz energética limpa e da redução do desmatamento, principal fonte de emissão de CO2 no país.

“Temos de buscar o abatimento das emissões que seja o mais barato. O Brasil tem condições de implantar mitigação de baixo custo. O combate ao desmatamento deve ser a decisão número um”, defendeu.

O embaixador extraordinário para Mudanças Climáticas do Ministério das Relações Exteriores, Sérgio Serra, disse que a meta brasileira de redução de gases de efeito estufa foram recebidas com tranquilidade na reunião que antecedeu a COP-15. “Acho que daqui até Copenhague vamos ter de fazer muitas consultas para saber o que se espera, mas o Brasil está muito tranquilo. O anúncio dos números foi muito bem recebido”, afirmou.

A meta brasileira de redução dos gases é de 36,1% a 38,9%, até 2020

Fonte: Agência Brasil

Árvores de florestas tropicais alertam Londres contra aquecimento global

Troncos gigantes fazem parte de instalação em Trafalgar Square.
Objetivo é mostrar conexão dentre desmatamento e mudanças climáticas.

A árvore é parte de uma instalação chamada 'Floresta fantasma', que tenta mostrar as conexões entre o desmatamento e a mudança climática.  (Foto: AFP)

A árvore é parte de uma instalação chamada ‘Floresta fantasma’, que tenta mostrar as conexões entre o desmatamento e a mudança climática.  (Foto: AFP)

Floresta Fantasma

Foto:AFP

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