Civano – A história da Comunidade.

Em 1981, o então Governador Bruce Babbit, participou de uma mostra de casas construídas com a utilização de energia solar. Seu comentário para os construtores, “Isso é ótimo, o que vocês vão fazer a seguir?” Sua pergunta, provocou uma discussão que resultou em uma visão de uma nova comunidade que reduz significativamente o consumo de recursos e os impactos ambientais adversos se comparado aos métodos utilizados.

Uma década depois, a Arizona Solar Village Corporation foi formada para formatar essa visão que foi originalmente chamado de Tucson Solar Village, hoje conhecida como a comunidade de Civano. “Civano” foi a era de ouro da fase clássica da civilização Hohokam, uma época em que se procurava os equilíbrio dos recursos naturais com as necessidades humanas.

O Departamento de desenvolvimento territorial do Estado do arizona, aprovou a utilização de 818 hectares de deserto subutilizado no lado sudeste de Tucson para o Projeto. Em 1991, foram aprovados os códigos de ocupação da área que faria parte do plano piloto. O código de zoneamento estipulado possuia metas agressivas no uso e conservação de recursos naturais,  para o comprador e construtor os requisitos relativos a eficiencia do edificio eram bem desafiantes, as metas eram bem agressivas.  A Câmara Municipal de Tucson aprovou um método integrado de desempenho e controle de custos o IMPACT, um Sistema de Desenvolvimento Sustentável que esclarecia os requisitos de desempenho necessário o ano era 1995.

Depois de vários estudos e planejamento de marketing, a cidade procurou um incorporador que estivese interessado no projeto, que fosse capaz e arrojado para encarar um projeto tão ambicioso. Uma joint-venture denominada Comunidade de Civano apresentou o lance apenas de US $ 2,7 milhões para a compra do terreno em um leilão em julho de 1996. A cidade também concordou em apoiar Civano com US $ 3 milhões no financiamento de infraestruturas para água, esgoto e estradas. O restante do dinheiro para o projeto foi alavancado por um compromisso adicional de US $ 20 milhões por financiadores privados, através de construtores para suplementar o dinheiro para projetos de energia.

O Plano para a implantação da cidade de Civano evoluiu através de uma série de intensos trabalhos de design para concretizar o projeto energético, houve a participação de membros da comunidade e teve o suporte de novos Urbanistas, Andres Duany, Stefanos Polyzoides, e William McDonough.

O custo real para desenvolver Civano, ultrapassou os $20 milhões do que um projeto do mesmo porte, isso devido as inovações na utilização de energia, conservação dos recursos naturais e tecnologia utilizada no projeto.

Kevin Kelly, ex-presidente da Civano Development Company, observa que as questões foram muitas complexas:

“Como criar um espaço onde os vizinhos se relacionem?”

“Como incultir na cabeça das pessoas que o uso da terra e os nossos recursos naturais tem que ser usado com sabedoria?”

“Como podemos mitigar os padrões de uso da terra e práticas de zoneamento que nos trouxe a expansão urbana?”

Sua resposta foi “Civano “, o primeiro empreendimento de grande escala na América do Norte, que começava a enfrentar esses desafios.

“As idéias para Civano, foram germinando em nossa cidade há mais de quinze anos. O processo de planejamento para este projeto tem sido intenso e estimulante. Civano é fundamentalmente uma nova abordagem para o planejamento da comunidade. Os objetivos são manter as pessoas em contato entre si e ao seu ambiente, em vez de simplesmente maximizar os lucros a curto prazo, aumentando a contagem de lote de construção. Todos  os princípios de planejamento sustentáveis​​ requer uma análise que incorpora o impacto social, ambiental e econômica do empreendimento”.

Kevin Kelly continua com suas explicações:

“O resultado é uma comunidade que é para pedestres com árvores alinhadas passarelas e pontos de encontro, tais como: cafés, parques e praças públicas. “

As casas em Civano vão usar menos água potável e oferecer ao comprador escolhas  relacionados ao uso da energia ativa e passiva. O viveiro armazena, 50 árvores do deserto e plantas salvo do deserto,  para cada acre utilizado. Construtores apresentam aos consumidores produtos de construção ambientalmente mais saudável. O projeto tem infra-estrutura de telecomunicações de fibra ópticas e cabeamento estruturado nas casas. Mais importante, o plano Civano requer a adesão a utilização de energia estrita e código de obras que irão resultar em economia de energia suficiente para impedir que um bilhão de libras de emissões de carbono sejam dispersos na nossa atmosfera nas próximas duas décadas “.

Kelly conclui; “Civano é uma combinação de bom planejamento, boa ciência e imaginação artística.”

Comunidade de Civano. (primeira parte)

A Comunidade de Civano, localizada na parte sudeste de Tucson, é, segundo seus planejadores, “uma solução para cinco grandes problema para evitar os problemas causados pela expansão urbana: perda da comunidade, a perda de espaço aberto, congestionamentos, poluição do ar, e a má utilização dos recursos.  Civano é uma comunidade “com escolhas de como você quer viver.”

Comunidade Civano

A integração das residências com comércio, trabalho, escola e instalações públicas e administrativas foram focos de atenção dos planejadores, pois são essenciais para a vida quotidiana dos residentes, parques e espaços abertos naturais são vitais para o relaxamento, prazer e preservação da paisagem natural da região e do patrimônio.

Os princípios da utilização da iluminação passiva e ativa, materiais de construção sustentáveis e tecnolologias de conseservação de água são elementos fundamentais em toda Civano. Cada bairro terá pontos de encontros, lugares como cafés e pequenas empresas comerciais. A maioria destes pontos de encontros estão a curta distância uns dos outros, favoreendo a conservação do uso de recursos naturais e a minimização de resíduos urbanos.

(-fim da primeira parte. )

 

Sete bilhões e agora?

O fato é que não sabemos se já somos sete bilhões de pessoas no planeta, a estatística foi feita com uma margem  de erro para mais ou para menos, a discussão sobre datas exatas é irrelevante frente aos desafios que temos que enfrentar.

A escassez de água potável e comida já atingem um bilhão de desafortunados, nos próximos 20 anos teremos mais dois bilhões de habitantes no planeta.  A explosão demográfica na África continuará.

Precisamos planejar as cidades, não podemos mais conviver com o caos. É necessário que o consumo seja discutido e principalmente precisamos rever nossas atitudes.

Não podemos ficar de braço cruzado aguardando pelo pior, novas pestes, catástrofes e guerras não podem ser instrumentos de equilíbrio do planeta, afinal somos seres racionais.

Seu gato subiu no telhado!

Vocês conhecem a história?  Dias atrás assistindo os noticiários sobre a inflação tive a sensação de que o governo estava dizendo exatamente isso.

O fato é que a Inflação deu as caras e as famílias que ganham até dois salários mínimos pagam o “pato”, sem querer fazer trocadilho.

Não sou economista, nem cientista político, mas faço compras no supermercado, corto cabelo, compro remédios e as terríveis máquinas da remarcação de preços estão fazendo hora extra.  O governo aparece na mídia e diz ;“estamos preocupados com a volta da inflação e vamos travar uma guerra contra os aumentos de preços”. Pronto, agora sim, “seu gato subiu no telhado”. O fato é que a inflação esta tomando conta das principais economias mundiais, devido à falta de controle de gastos públicos ao tentarem sanear Bancos e agentes financeiros corruptos que criaram uma crise sistêmica mundial. Países como, Grécia e Portugal, não fizeram o dever de casa e querem continuar a participar do festim que é a Zona do Euro.  Alguém se habilita a cortar as mordomias? Não! Continuam suas vidas berrando contra os cortes (necessários) e a perda de suas mordomias. Alguns países da Zona do Euro cogitam voltar a controlar suas fronteiras ( a Dinamarca já o fez), para barrar a grande imigração de refugiados que desembarcam principalmente na Itália, em busca de trabalho e segurança, mas a Europa não quer dividir o onus.

Meus amigos, enquanto fechamos os olhos para a sustentabilidade dos povos em todo o mundo, estaremos dando um tiro no nosso pé. E o final da história será, “o seu querido gato morreu”.

Pensar “Green”, fará a empresa se posicionar mais competitiva no Mercado!

Tempos difíceis requer criatividade, inovação e perseverança.

Desde o início da crise que abalou o mundo, a busca por alternativas tem exigido da pequena e grande empresa muita criatividade, muitas estão emergindo da crise mais forte e incluindo em seu “core business”, a sustentabilidade. Isso requer uma forma diferente de pensar de todos os envolvidos, produtores, prestadores de serviço, capitães da indústria e toda a sociedade a qual se relaciona.

Quando a recessão passar, as empresas já terão que estar adaptadas e preparadas para assumirem sua posição no mundo dos negócios, para isso nunca foi tão importante pensar e agir de maneira sustentável e ecologicamente correta. As empresas deverão pensar “Green”, isso significa fazer mais com menos, mais eficiência, mais qualidade e durabilidade.

Pensar “Green” poderá fazer sua empresa mais competitiva e melhor posicionada no mercado.

Pensar Green, inovar e praticar a sustentabilidade!

Soluções que aprendemos com nossa história! Propostas e ações! Livre arbítrio.

Celulares cada vez mais inteligentes vão ser ferramentas mais e mais utilizadas pela população. O número de SMS supera e muito o número de chamadas que se estima que a duração não passe em média mais de vinte segundos no Brasil. Conversas simultaneas, tradutores que eliminarão as barreiras linguísticas, chips mais potentes.  O que frustra é a qualidade do sinal gerado e os preços pelo serviço.

A tele conferência aumentou a produtividade dos executivos que passavam horas dentro de um avião para chegarem em suas reuniões e hoje podem  reunir-se  de maneira virtual (quase se tocar) graças às  novas tecnologias.

Não há o que discutir, as inovações tecnológicas estão aí os preços tendem  (mais alguns anos) a serem mais acessíveis à grande parte da população.

Nanotecnologia, biotecnologia geram transformações que para muitos céticos não seria possível.

Mas então o que está errado? Por que não resolvemos o problema da fome no mundo? Por que não erradicamos doenças? Por que não partimos para o uso da energia limpa e renovável? Por que não acabamos com as diferenças entre as religiões, por que não acabamos com as guerras?

A resposta é clara! Alguém terá que pagar a conta.

Para tudo tem um preço, o Capitalismo gerou uma força motriz que consome o grão, os recursos naturais,  as riquezas do homem. Então o Capitalismo é o culpado de tudo?  Também não, o Capitalismo foi o fomentador da evolução Social como conhecemos hoje, mas certamente existe um caminho, pois temos o livre arbítrio, a força que pode frear atitudes descabidas, dar o primeiro tiro que irá começar uma nova guerra, que irá especular com a fome dos povos que irá curar o câncer. O Livre arbítrio sempre foi e será a salvação.

A caixa de Pandora foi aberta a milênios, mas a espada flamejante de Gabriel rasga o pecado da humanidade.

O povo de Maomé segue o seu Alcorão, o de Davi espera pelo seu Messias, o de Cristo espera pelo milagre e tantos outros buscam por soluções na espiritualidade.

Onde está a solução, pelo sangue derramado?

A solução esta na união dos povos, na capacidade criadora na energia renovadora da Natureza, na força da fé, no desenvolvimento sustentável na capacidade regenerativa do Amor ao próximo. Viva o livre arbítrio.

Deus encontra o seu filho

Preparando a gestão sustentável


Modêlo sustentável

Preparando a gestão sustentável
José Joaquim Ferreira do Amaral

O tripé da sustentabilidade que reúne as áreas ambiental, econômica e social deve servir para orientar os gestores das empresas, promovendo a interação com o meio ambiente, a fim de garantir o acesso das futuras gerações aos recursos naturais; com o mercado, para preservar a competitividade e continuidade da empresa; e com seus colaboradores, levando em conta a responsabilidade social. Temos de lembrar, no entanto, que, antes de mais nada é necessário  montar um sistema de gestão, com objetivos claramente estabelecidos. No momento em que se incorpora a sustentabilidade dentro da visão e missão da empresa, automaticamente, essas três vertentes devem ser contempladas.

Além disso, a sustentabilidade empresarial deve se basear em três aspectos básicos: o ambiental, o econômico e o social. A primeira variável diz respeito ao uso racional dos recursos naturais e maximização dos impactos ambientais positivos no ciclo de vida dos produtos, desde a extração da matéria-prima até a sua disposição final.  Mais ainda, a empresa tem de preocupar-se também com os impactos ambientais positivos e negativos de sua atividade produtiva.  O aspecto econômico trata da sustentabilidade dos negócios das empresas, que devem buscar o lucro e a remuneração do capital. Já o terceiro ponto leva em consideração as políticas de responsabilidade social.

Atualmente, os modelos de gestão à disposição das empresas, que englobam esses três aspectos, são encontrados nas normas ISO 9001(Gestão da Qualidade), ISO 14001 (Gestão do Meio Ambiente), OHSAS, ISO 16001 e ISO 26001 (Gestão da Responsabilidade Social). Porém, apesar desses modelos de gestão serem bastante complexos e abrangentes, aderir às normas, por si só, não garante a sustentabilidade empresarial. Para que esses sistemas trabalhem de maneira integrada e eficiente é necessário uma diretriz única, que é a governança corporativa.

A governança corporativa é a capacidade das empresas de garantir uma gestão eficiente, estabelecendo padrões organizacionais para enfrentar os desafios internos e externos, com vistas a um bom desempenho financeiro, ambiental e social. Em resumo, significa consolidar as boas práticas de board, formando um conselho de administração competente, com controles externos eficazes (auditoria externa de terceira parte), que cooperem com o CEO a fim de obter uma gestão mais isenta, transparente e eficiente.

Isso significa prevenir a adoção de práticas que podem levar as empresas a conduzir sua linha de atuação baseadas em políticas equivocadas. Exemplos comuns são o da pequena empresa onde o proprietário confunde a pessoa jurídica com a pessoa física, juntando as finanças num único caixa. Outro caso comum é o de empresas familiares que, em processos de sucessão, desagregam-se em grupos de acionistas que lutam pelo seu controle. Quando conduzidos por critérios não aderentes à governança corporativa, esses embates entre grupos acabam quebrando a empresa.

A governança corporativa é um conceito complexo, mas prepara as empresas para tratar de maneira integrada as restrições advindas do meio ambiente empresarial, das legislações vigentes em um país, das regras de comércio internacional, mercado financeiro, entre outras variáveis. E isso é necessário, pois, cada vez mais, os governos criam regulamentações sobre produtos, relações de consumo, comércio internacional, relações com o mercado e meio ambiente.  Isso sem falar nas crises econômicas, especulação financeira, mudanças nos cenários internacionais e competição com os países emergentes, fatores que podem abalar até as empresas mais sólidas.

Todas essas restrições contribuem para tornar mais difícil a tarefa de gerir as corporações com sustentabilidade, no sentido amplo do termo. O uso de modelos de gestão consagrados e normalizados ajuda o administrador a focar sua atenção nesses pontos críticos, que estão fora do controle da empresa. Com isso, ele consegue ter bases mais sólidas para enfrentar as crises e adversidades, pois conta com uma estruturada bem organizada e capaz de dar respostas eficientes às situações adversas.

Daí a importância da governança corporativa, estruturada nas boas práticas de gestão que geralmente evitam atitudes pouco recomendadas como a confusão entre pessoa física e pessoa jurídica, o nepotismo, conflito de interesses, entre outras. E incentiva a consideração aos acionistas e aos stakeholders, a ética na condução dos negócios e o respeito ao meio ambiente e as pessoas.

From: Fundação Vanzolini

Índice de Desempenho Ambiental

O Índice de Desempeño Ambiental (Inglês: Environmental Performance Index, sigla EPI) é um método para quantificar e classificar numéricamente o desempenho ambiental das políticas de un país. O EPI foi antecedido pelo Índice de Sustentabilidade Ambiental (Inglês: Environmental Sustainability Index, sigla ESI), publicado entre 1999 e 2005. Ambos indicadores foram desenvolvidos pelo Centro de Política e Lei Ambiental da Universidade de Yale, em conjunto com a Rede de Informação do Centro Internacional de Ciências da Terra da Universidade de Columbia. O ESI foi desenvolvido para avaliar a sustantavilidade relativa entre países. Devido a mudanças no enfoque da equipe de pesquisa que desenvolviu o ESI, o novo índice EPI utiliza indicadores orientados hacia resultados, pelo qual serve como índice de comparação, permitindo assim um melhor entendimento por parte de políticos, cientistas, ONGs e o público en geral.[1]

Até janeiro de 2010 tem sido publicados três relatórios, o Índice de Desempenho Ambiental Piloto de 2006,[2] o Índice de Desempenho Ambiental de 2008.[3] e o Índice de Desempenho Ambiental de 2010.[4]

Na versão 2010 foram avaliados 163 países, e os cinco países liderando a clasificação mundial são Islandia, Suíça, Costa Rica, Suécia e Noruega.[4] Na América Latina três países alem da Costa Rica clasificaram-se entre os 20 melhores do mundo, a Cuba (9), a Colômbia (10) e o Chile (16). Os cinco países com a mais baixa qualificação são Togo, Angola, Mauritania, a República Centro-Africana, e Serra Leoa. Portugal classificou no lugar 19 e o Brazil no lugar 62.[4]

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Mapa mostrando por categorias de clasificação os Índices de Desempnho Ambiental de 2006.

Pedaladas na USP

Estudantes de Engenharia criam projeto de bicicletas públicas no câmpus.

Larissa Linder

Dois alunos da USP transformaram uma ideia de trabalho de conclusão de curso num projeto para melhorar o transporte na Cidade Universitária. Depois de um intercâmbio na França, Maurício Villar e Maurício Matsumoto, da Engenharia Mecatrônica, importaram o conceito que os conduzia pelas ruas de Lyon e Marselha: bicicletas públicas. “Eu usava direto como meio de transporte e tive a ideia de tentar aplicar isso na USP”, conta Matsumoto.
Batizado de Pedalusp, o projeto inclui a criação de estações automatizadas onde bicicletas poderão ser retiradas sem custo. A ideia foi abraçada pela Coordenadoria do Câmpus (Cocesp), que investiu R$ 50 mil. Agora, Matsumoto e Villar buscam patrocínio de R$ 500 mil para pôr em uso 100 bicicletas e dez estações até 2011.

Epitácio Pessoa/AE

Como deve funcionar o Pedalusp:

- Estações: 10

- Bicicletas: 100

- Tempo máximo de uso permitido: 1h

- Caso extrapole o tempo máximo de uso permitido, o usuário deverá sofrer alguma sanção, ainda em estudo, como ficar algumas semanas sem direito ao serviço.

- Custo: gratuito

- Quem poderá usar: alunos e funciónários da USP

- Para retirar as bikes, será necessário ir em qualquer estação, passar o cartão de aluno ou funcionário em um leitor, digitar uma senha pessoal própria para o serviço e previamente cadastrada e escolher na tela uma das bicicletas para ser destravada. Após a utilização, basta devolver o equipamento em qualquer estação.

Sorte e harmonia

Seguindo sua viagem, o viajante carrega com sigo todos os seus sentidos e lembranças, colhe em cada parada lembranças. Numa manhã ensolarada a beira da estrada encontrou um trevo de quatro folhas que ele batizou de “sorte”. Agachado para colher a pequena planta, titubeou, pensou e deixou a “sorte” em seu lugar e seguiu sua viagem, certo de que a “harmonia não foi quebrada” e cada coisa estava em seu lugar.

Min Lady playing flute to an audience

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