Um aquário?
21 de fevereiro de 2012 Deixe um comentário
Sustentabilidade, cidades e soluções, green building, energia alternativa são os assuntos que iremos abordar neste blog!
9 de fevereiro de 2012 Deixe um comentário
No embalo da discussão sobre as sacolinhas plásticas, vamos falar sobre as PlantBottle.
O objetivo de criar uma embalagem sustentável é reduzir a pegada ambiental ao reduzir o uso de material, aumentar a reciclagem, usar mais conteúdo reciclado e avançar em tecnologias inovadoras.
Somente poderemos dizer se a Pepsi e a Coca-Cola estão mesmo reduzindo sua pegada ambiental feito uma analise na cadeia de produção destas garrafas.
Algumas perguntas que merecem respostas:
Sabemos que o PET é fabricado a partir de resinas, a mistura dessas resinas as plantas geram quais substratos? Em contato com o líquido interfere no sabor? No paladar? Em processo de armazenamento, envase, estoque, transporte pode acarretar alguma mudança de sua constituição e ser prejudicial á saúde?
O que eu gostaria de trazer a discussão é; será que todo o esforço de redução da pegada ecológica neste caso é válido? Sabemos que as plantas utilizadas na fabricação é a cana de açúcar, sabemos também que infelizmente a produção da cana de açúcar apesar dos esforços dos produtores para reduzirem sua pegada ambiental, ainda é uma das fontes mais poluidoras que existem (quem mora vizinho de um canavial que o diga).
É como eu venho dizendo, temos que analisar toda a cadeia de produção para produzir, somente assim podemos oferecer produtos inovadores que sejam ecologicamente corretos.
Do berço ao berço sem agredir a natureza e o homem.
8 de fevereiro de 2012 Deixe um comentário
Estou recebendo vários e-mail com conteúdo sobre as famosas “sacolinhas plásticas” o que me faz escrever mais sobre este assunto que obviamente nunca vai se esgotar ) como os plásticos que formam novas ilhas nos oceanos.
A discussão se os Supermercados devem dar ou não as sacolinhas plásticas como eu disse esta “bombando”! É natural as pessoas pensarem em seu conforto, mas …sim, sim.. lá vem o chato; poderíamos ir um pouco mais além nesta discussão?
E certo que o “mundo moderno” nos deu mais conforto, ninguém duvida certo? Nos trouxe o plástico os isômeros os isótopos etc., etc., etc..
Não estou vendo ninguém reclamando das garrafas Pets, dos vasilhames de plásticos, dos carros de “plásticos” das embalagens plásticas, do barbeador, do absorvente higiênico, ora, se eu ficar aqui escrevendo vou estourar sua paciência.
Você se lembra dos antigos vasilhames de vidro? Sim aqueles retornáveis, por que será que foram substituídos? Vamos ver alguns pontos que a Indústria analisou para deixar de lado aquelas garrafas que levávamos ao supermercado para não ter que pagar o vasilhame.
Peso: Você pode imaginar o peso que significa um caminhão de engradados contendo refrigerantes, cervejas etc.? O gasto com o transporte é grande não é? E as perdas com a quebra? Grande, sim grande!
Volume: Os designers quebram a cabeça em seus escritórios (eu posso afirmar, sou um deles), para desenhar embalagens que ocupem menos espaço, que tenha um apelo atrativo (para a venda), que atendam as necessidades da indústria.
Materiais: A indústria do Petróleo com todo o seu poder, trouxe para nós a “cultura” do plástico (sim ..sim.. a matéria prima do plástico), a química moderna aquela da tabela periódica ( aff!) ensaia todos os dias em seus “beckers e tubos de ensaio” novos isômeros.
Então quem é o vilão? A sacolinha plástica? Ou aqueles que fabricam e consomem? Ahhh!! Mas eu não sabia! Fugi da escola, fiz magistério, matei as aulas de química, desculpas esfarrapas não é? Quem legisla em causa própria inventa cada desculpa!!!!
21 de julho de 2011 Deixe um comentário
A tecnologia já revolucionou muitas coisas, e a próxima delas pode ser o que conhecemos como lata de lixo. Já pensou em uma lixeira que é capaz de armazenar muito mais material e enviar um e-mail para avisar que ficou cheia? Pois ela existe, está sendo testado em várias cidades e balneários da Irlanda, e se chama Big Belly — ‘barrigão’, em português.
A lixeira high tech é amiga do meio ambiente. Toda energia utilizada por ela é gerada a partir do sol. São necessários apenas oito horas de luz solar por mês para produzir energia suficiente para compactar o lixo e armazenar um volume até oito vezes maior que as lixeiras convencionais.
Além disso, a lixeira futurista foi criada para receber apenas plástico, papel, vidro e metal, ou seja, todo material retirado dela pode (e deve) ser reciclado.
Outra funcionalidade interessante é que a lixeira pode ser programada para enviar uma mensagem de e-mail quando o cesto estiver cheio. Quando isso acontece, para garantir que o lixo não transborde, o Big Belly ainda emite um alerta para que a pessoa procure por outra lixeira.
A lixeira futurista foi desenvolvida pela companhia irlandesa Kyron, e sai por £ 3,200 (cerca de R$ 8 mil). O preço não é muito convidativo, mas tem suas vantagens para as empresas de limpeza: graças a tecnologia, é possível saber exatamente quais lixeiras precisam ser esvaziadas, fazer a limpeza apenas quando realmente for necessário, e economizar com o transporte.
Resta saber se a tecnologia funcionaria no Brasil, onde as lixeiras são constantemente vandalizadas.
29 de abril de 2011 Deixe um comentário
Cradle to Cradle – Berço ao Berço . Design
Hoje escrevi um artigo para o site Zero-C, Cradle to Cradle – Berço ao Berço . Design.
É interessante como as pessoas são tão descuidadas quando vão as compras, não estou falando de tomar conta de sua carteira ou tomar conta de seus filhos, estou falando da compra de produtos que vão acabar causando mal a elas próprias e aos seus, sem falar ao meio ambiente.
Imagine você comprando um patinho de plástico para seu filho de dois anos, inofensivo, todo amarelinho ele vai adorar morder. Nada disso, ele é perigoso. Mas como o pato pode ser perigoso? Esse camarada esta doido!!! Não, ainda não. Posso listar aqui dezenas de perigos que esse “patinho representa”. Do que ele foi fabricado? Quais os produtos que foram utilizados na fabricação? Pois é, não sabe não é?
Seu filho cresceu, o Patinho coitado vai para o lixo, vai levar anos para a sua decomposição.
Selecionei um vídeo no Youtube para você ver. No site Zero-c, você poderá buscar mais informações sobre o assunto. Espero que gostem.
4 de setembro de 2010 Deixe um comentário
Esta técnica de reciclagem de detritos orgânicos é conhecida como compostagem e é muito utilizada industrialmente. Conforme a definição científica, compostagem é um conjunto de técnicas aplicado para controlar a decomposição de materiais orgânicos, com a finalidade de obter um material estável, rico em humus e nutrientes minerais. Práticas que visam conservar ou aumentar o teor de matéria orgânica do solo são as mais eficazes para proporcionar rendimentos elevados às culturas. São as propriedades coloidais do húmus, principalmente aquelas relacionadas à agregação das partículas, que conferem estabilidade estrutural ao solo. Em conseqüência dos agregados, formam-se macro e microporos, responsáveis pela aeração e pela capacidade de retenção de água, respectivamente. Além disso, o húmus fornece nutrientes essenciais ao solo. Assim, podemos produzir em casa, facilmente, um material rico em matéria orgânica, útil para a confecção de vasos de flores, jardineiras, canteiros para hortaliças, etc.
Como fazer isto? É fácil, está ao alcance de todos. Inicialmente precisamos de um recipiente e um pouco de terra já formada. O tamanho do recipiente vai depender de quantos vasos queremos encher com o composto formado, e do espaço que temos. Para pequenos apartamentos, um latão pequeno, de plástico, de 20 litros de capacidade é o que basta. No fundo do latão adiciona-se uns 10 a 15 cm de terra já formada, vinda de algum vaso que se tenha em casa. Então sobre esta terra adicionam-se as cascas de legumes e frutas produzidas na casa durante aquele dia. Uma matéria prima excelente é aquela oriunda das centrífugas usadas para fazer sucos de legumes e frutas, pois o bagaço da centrífuga já está em um estado de divisão bem elevado, o que reduz o tempo de processamento pelos microorganismos da terra.
Pode-se usar também restos de comida cozida, como macarrão, arroz e feijão. Mas devem ser vegetais. Carne animal pode gerar resíduos tóxicos, gases, vermes, que não são recomendáveis em ambientes domésticos.
3 a 4 meses este local estará magnificamente adubado para receber, por exemplo, uma árvore frutífera, um pé de laranjeira, de mamão ou qualquer outra fruteira. O humus formado alimentará a jovem planta de um modo como nenhum adubo químico pode fazer, formando uma planta forte, resistente a pragas e com floração abundante.
| Sintoma | Problema | Solução |
| A pilha tem cheiros
Estes cheiros podem ser a: .ovos podres |
Cheiro a ovos podres – a pilha está demasiado húmida. Cheiro a amónia – há excesso de azoto na pilha, ou seja, de materiais verdes. |
Cheiros a ovos podres – adicione materiais secos, como solo, folhas secas ou relva seca. Cheiros a amónia – adicione materiais com carbono, como folhas secas ou relva seca. Outros métodos: |
| A pilha não aquece | Se a sua pilha não aquece:
- necessita de humidade ou azoto |
Verifique a humidade da pilha. Adicione materiais com azoto, como relva verde ou restos de vegetais.
Se a sua pilha for inferior a 1 m3 adicione mais materiais. |
| A pilha atrai animais | Se animais, como cães, gatos, ratos, etc. são atraídos pela sua pilha de compostagem, significa que materiais impróprios foram adicionados à pilha de compostagem. | Não adicione carne, peixe, ossos, ou molhos.
Para evitar moscas, adicione uma pequena cobertura de solo aos restos materiais frescos. |
| O processo de compostagem está muito lento | Se o processo de decomposição é muito lento, significa que os materiais adicionados são de dimensões demasiado grandes. | Corte os materiais em pedaços mais pequenos, nunca superiores a 20-25 cm.
Adicione um pouco de solo e/ou estrume de modo a activar a sua pilha. |
| A pilha está demasiado húmida | Uma pilha demasiado húmida significa uma pobre drenagem, excessiva adição de água, ou falta de ar. | Adicione folhas secas, remexa a pilha para aumentar a circulação de ar, retire a tampa do compostor para aumentar a evaporação. |
24 de agosto de 2010 Deixe um comentário
A Prefeitura de São Carlos (SP) assinou hoje contrato de Parceria Público-Privada (PPP) com uma empresa local para cuidar da coleta de lixo do município. Segundo comunicado, a parceria com a São Carlos Ambiental foi aprovada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e considerada modelo pelo tribunal, por desvincular o volume de resíduos depositados no aterro e os valores recebidos pela iniciativa privada.
A empresa será responsável pela implantação de um novo aterro sanitário e deverá investir aproximadamente R$ 18 milhões no local, com início de operação previsto para o final de 2011. A empresa também deve oferecer estrutura física para as cooperativas do programa de coleta seletiva do município, informou a prefeitura.
De acordo com o comunicado, um dos principais diferenciais da parceria é o pagamento fixo pelo volume de lixo coletado. “A nova modalidade incentiva a empresa a implantar programas de coleta seletiva e reciclagem de lixo, reduzindo o volume encaminhado ao aterro sanitário do município”, destacou a prefeitura. No modelo anterior, a empresa que prestava serviços ao governo municipal recebia por tonelada de lixo coletado.
O contrato estabelece ainda a implantação de um sistema de queima controlada do gás metano gerado pelo lixo orgânico. A vencedora da licitação deverá implantar procedimentos para obter créditos de carbono com a queima desse gás.
A PPP foi realizada na modalidade de concessão administrativa e o contrato de 20 anos pode ser prorrogado por mais dez anos. A Prefeitura de São Carlos vai investir R$ 9,5 milhões por ano no sistema de coleta de lixo da cidade.
By: Agência Estado