Ainda sobre as Sacolinhas Plásticas.

Estou recebendo vários e-mail com conteúdo sobre as famosas “sacolinhas plásticas” o que me faz escrever mais sobre este assunto que obviamente nunca vai se esgotar ) como os plásticos que formam novas ilhas nos oceanos.

A discussão se os Supermercados devem dar ou não as sacolinhas plásticas como eu disse esta “bombando”! É natural as pessoas pensarem em seu conforto, mas …sim, sim.. lá vem o chato; poderíamos ir um pouco mais além nesta discussão?

E certo que o “mundo moderno” nos deu mais conforto, ninguém duvida certo? Nos trouxe o plástico os isômeros os isótopos etc., etc., etc..

Não estou vendo ninguém reclamando das garrafas Pets, dos vasilhames de plásticos, dos carros de “plásticos” das embalagens plásticas, do barbeador, do absorvente higiênico, ora, se eu ficar aqui escrevendo vou estourar sua paciência.

Você se lembra dos antigos vasilhames de vidro? Sim aqueles retornáveis, por que será que foram substituídos? Vamos ver alguns pontos que a Indústria analisou para deixar de lado aquelas garrafas que levávamos ao supermercado para não ter que pagar o vasilhame.

Peso: Você pode imaginar o peso que significa um caminhão de engradados contendo refrigerantes, cervejas etc.? O gasto com o transporte é grande não é? E as perdas com a quebra? Grande, sim grande!

Volume: Os designers quebram a cabeça em seus escritórios (eu posso afirmar, sou um deles), para desenhar embalagens que ocupem menos espaço, que tenha um apelo atrativo (para a venda), que atendam as necessidades da indústria.

Materiais: A indústria do Petróleo com todo o seu poder, trouxe para nós a “cultura” do plástico (sim ..sim.. a matéria prima do plástico), a química moderna aquela da tabela periódica ( aff!) ensaia todos os dias em seus “beckers e tubos de ensaio” novos isômeros.

Então quem é o vilão? A sacolinha plástica? Ou aqueles que fabricam e consomem? Ahhh!! Mas eu não sabia! Fugi da escola, fiz magistério, matei as aulas de química, desculpas esfarrapas não é? Quem legisla em causa própria inventa cada desculpa!!!!

Do tumulo ao tumulo é assim que devemos pensar, nascemos e voltamos a virar pó! Se é assim com as pessoas é assim que tem que ser com os produtos industrializados.

Cúpula da ONU sobre mudança climática começa em Durban

DURBAN, África do Sul – A 17ª Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP 17) começou nesta segunda-feira na cidade sul-africana de Durban, quando o México, anfitrião da conferência de 2010 em Cancún, passou a responsabilidade à África do Sul.

A conferência acontece no International Conference Center (ICC) de Durban, onde até o próximo dia 9 de dezembro se reunirão cerca de 20 mil delegados e observadores de quase 200 países para abordar a ameaça para o planeta da mudança climática.

Na inauguração da reunião, o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, agradeceu à ONU sua “confiança na capacidade da África para abrigar esta conferência”.

Zuma destacou que a mudança climática “já não é só um desafio de meio ambiente, mas um desafio para o desenvolvimento”, o que para muitas pessoas é “questão de vida ou morte”.

Já a ministra mexicana de Relações Exteriores, Patricia Espinosa, ressaltou que “o desafio global que temos é encontrar uma solução definitiva que harmonize o desenvolvimento com a sustentabilidade”.

“O desafio é poder encontrar e desenhar políticas públicas eficazes para reduzir a mudança climática que sejam também economicamente viáveis”, disse Espinosa, em referência a uma reunião do presidente do México, Felipe Calderón.

A ministra de Relações Exteriores sul-africana, Maite Nkoana-Mashabane, definiu a reunião de Durban como “um momento decisivo” para conseguir objetivos como a renovação do Protocolo de Kioto.

Uma das prioridades em Durban é avançar na renovação do Protocolo, um acordo juridicamente vinculativo adotado em 1997 na cidade japonesa de Kioto, que fixava objetivos para reduzir a emissão de gases causadores do aquecimento global.

Os Estados Unidos, o segundo país mais poluidor do planeta, não ratificou o protocolo, enquanto a China, a principal poluidora, está excluída por se tratar de uma economia emergente.

Conseguir um novo acordo sobre emissão de gases do efeito estufa é necessário porque o período de compromisso do Protocolo de Kioto expira em 2012.

O sol Nascente

O sol Nascente

O sol Nascente é uma das imagens mais bonitas que eu tenho em mente. Acordar e ver o sol nascer com sua vermelhidão pintando o céu azul.

A Bandeira do Japão representa isso, nascer do sol diariamente. Um ícone do Design (qual o designer que não queria ter sido o autor do desenho da bandeira?), a Bandeira Japonesa inspira o recomeço, e quantos recomeços o povo Japonês não teve em sua História, heim?

Após a Tsunami devastadora o que se vê é a força descomunal desse povo se levantando.

Mas o que deu errado? As tecnologias utilizadas para evitarem danos por abalos sísmicos funcionaram, o treinamento do povo funcionou, mas nada nesse mundo em termos de prevenção agüentaria uma Tsunami e vários tremores de Terra por dias (ainda o Japão passa por abalos diários).

A energia que o Japão precisa vem das Usinas Atômicas. A Usina de Fukushima Daiichi não resistiu às Forças dos Tremores e a Tsunami e há 13 dias tem vazamento radioativo.

O que podemos aprender com mais este desastre?

Vocês presenciaram via TV, Internet imagens terríveis desde os abalos a chegada da Tsunami. Nós conhecemos bem a paixão do Japonês por tecnologia, imagem e som; pois justamente por isso foram geradas tantas imagens.

Cientistas puderam acompanhar passo a passo desde a formação da Tsunami e a chegada das primeiras ondas, nunca isso havia acontecido. Através deste farto material será possível estudar mais esses fenômenos.

A primeira lição que podemos tirar é que apesar do aviso de Tsunami ter se espalhado vinte minutos antes os Japoneses próximos as praias não tiveram tempo o suficiente para correr e se abrigarem. Isso ocorreu em parte por causa do relevo das localidades atingidas, terreno plano com pouquíssimas variações altimétricas.

A segunda lição: Ordem e respeito.

Mais uma vez as imagens dizem tudo, sobreviventes vasculham entre os escombros para encontrar parentes, vizinhos ou o pouco do que lhes restaram como pertences.

Não se via pilhagem, saques ou desordeiros, ao contrário, pessoas comedidas com suas palavras e agradecidas curvando-se respeitosamente aos seus mortos. Pessoas resgatadas curvando-se frente aos seus salvadores. Todos sabem que o povo Japonês é comedido.

Pessoas encontram seus documentos intactos, cartão de crédito, dinheiro estava tudo ali.

A comida é racionada também a água, todos respeitosamente recebem sua cota de arroz e são agradecidos. Os mais jovens procurando dar conforto aos anciões.

A terceira lição: Autoridade.

Minutos após a catástrofe, autoridades Japonesas vão para a TV em seus trajes usados em caso de Terremoto dar explicações, as TVs Japonesas 24 hrs no ar prestando informação. O cuidado com a informação o que dizer e o que não dizer simplicidade nas explicações e transparência e pedidos de desculpas direcionados a toda comunidade Japonesa no mundo.

O Estrito cumprimento do determinado, a obediência às leis e às regras, o cuidado com o próximo são características do Japonês.

Quarta lição: Radiação Nuclear

A batalha árdua para que não haja acidente nuclear em grande proporção não cessa. Homens se revezam para mitigar os danos dos reatores.

Segundo o site Wikileaks os Reatores Nucleares de Fukushima exibem problemas há anos e os Estados Unidos da América do Norte sabia. A empresa Tokyo Electric Power teria escondido das autoridades e teria falsificado relatórios, notícia esta que não foi confirmada.

O fato é que nuvens radioativas foram formadas. A água de Tokyo esta contaminada com radiações nocivas a saúde humana e alimentos foram banidos das prateleiras de Fukushima.

No dia de hoje, foi noticiado que foram encontradas partículas radioativas na Islândia.

Concluindo:

Segundo os noticiários; o terremoto do Japão já é o mais caro da História mundial.

Usinas atômicas são construídas para não serem avariadas por desastres naturais, mas desta vez foram e seriamente.

Os governos nunca falam a verdade com relação a falhas.

A Matriz energética do Japão terá que ser revista.

Todas as Usinas Atômicas do mundo terão que rever seus protocolos de segurança.

Apesar da catástrofe, dentro de dois meses no máximo as áreas atingidas serão reconstruídas.

A economia estagnada há dez anos, voltará a crescer no esforço voltado a reconstrução do Japão.

Veja como ajudar as vítimas da chuva na região serrana do Rio

 

As fortes chuvas que atingiram os municípios da região serrana do Rio de Janeiro mobilizam equipes de resgate e voluntários no auxílio aos desabrigados e desalojados. Entre os principais materiais que podem ser doados, estão objetos de higiene pessoal, como pasta de dente e sabonetes, colchonetes, cobertores, fraldas descartáveis, toalhas e água.

Em Teresópolis, a Defesa Civil municipal informou que, para atender os mais de 2,5 mil desabrigados que eram registrados até a manhã de quinta-feira, foi montado um posto central de atendimento no Ginásio Esportivo Pedro Jahara, na rua Tenente Luiz Meirelles, número 211, no centro da cidade. Também podem ser entregues doações na Secretaria de Desenvolvimento Social, localizada na avenida Alberto Torres, em frente ao Hospital São José, no bairro do Alto.

A prefeitura da cidade também abriu uma conta bancária no Banco do Brasil, onde a população pode fazer doações em dinheiro, de qualquer valor. Com o nome “SOS Teresópolis – Donativos”, ela está disponível na agência 0741-2 do Banco do Brasil, com o número 110000-9.

Em Petrópolis, foram montados pontos de recolhimento de donativos no CIEP de Corrêas de Itaipava, na estrada União da Indústria, 2.822; na Igreja Wesleyana, no Vale do Cuiabá; na Igreja de Santa Luzia, na Estrada das Arcas; e na sede da Secretaria de Trabalho, Ação Social e Cidadania, na rua Aureliano Coutinho, 81, no centro da cidade.

Na região Serrana, há cinco pontos de doações para ajuda de animais feridos (Rua Corrêa Dutra, 99 loja 5, Avenida Bartolomeu Mitre, 455 lojas 106 e 107, Rua Santa Clara, 110, Rua Paula Freitas, 61, e Rua Barão Mesquita, 891). Ração, água, cobertores jornais e os remédios unguento, cefalexina, amoxilina, iodo, gaze, ataduras, esparadrapo, seringas, sulfa, vermifugo, cicatrizantes, antissépticos e povodine são as maiores necessidades.

O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), também mobilizou uma equipe para prestar solidariedade à população do Rio de Janeiro que sofre com as enxurradas dos últimos dias. A Defesa Civil do Estado montou um posto permanente de recebimento de doações no Armazém 7 do Cais do Porto, em Porto Alegre. Além das doações no Cais do Porto, quem quiser ajudar pode ligar para o 199 ou para (51) 3210-4219.

Viva Rio
O Programa de Voluntariado do Viva Rio também iniciou uma campanha de arrecadação de donativos (roupas e mantimentos) para a região serrana. As doações podem ser feitas na sede da ONG, na rua do Russel, 76, no bairro Glória, no Rio de Janeiro. Para maiores informações, o Viva Rio disponibiliza os telefones (21) 2555-3750 e (21) 2555-3785.

Cruz Vermelha
A Cruz Vermelha no Brasil recebe doações de alimentos, materiais de higiene pessoal e produtos de limpeza nas unidades do Rio de Janeiro (Praça Cruz Vermelha, 1012, centro) e de Nova Iguaçu (na rua Coronel Bernardino de Melo, 2085, e na rua Alberto Cocoza, 86, no centro).

A filial de São Paulo também recebe donativos: avenida Moreira Guimarães, 699, Indianópolis).

Polícia Militar
Todos os batalhões da Polícia Militar do Estado recebem doações para as vítimas das chuvas. O material arrecadado será encaminhado ao 12º Batalhão de Polícia Militar de Niterói, de onde será enviado para as áreas afetadas. A PM recomenda que sejam doados água mineral, alimentos e material de higiene.

Ministério Público
O Ministério Público do Rio de Janeiro recebe doações na portaria do edifício-sede do MP-RJ, na avenida Marechal Câmara, 370, no centro do Rio. A coleta é feita no período das 10h às 17h, de segunda a sexta-feira. Os donativos serão encaminhadas à Defesa Civil do Estado para serem distribuídas às vítimas das enchentes.

Fashion Rio
O Fashion Rio terá um posto de coleta de donativos às vítimas das chuvas no Rio nos dois últimos dias de evento – sexta-feira e sábado. As doações podem ser feitas na entrada da semana de moda, no balcão de credenciamento. A organização espera receber roupas, cobertores, água e alimentos não perecíveis, que serão entregues ao Sistema Firjan, responsável por levá-las até as vítimas.

 

Metrô
O Metrô Rio informou que recolhe, a partir de sexta-feira, donativos para as vítimas das chuvas, em parceria com a ONG Viva Rio. A coleta será feita em 11 estações das Linhas 1 e 2: Carioca, Central, Largo do Machado, Catete, Glória, Ipanema/General Osório, Pavuna, Saens Peña, Botafogo, Nova América/Del Castilho e Siqueira Campos. Poderão ser doados até o dia 11 de fevereiro água, alimentos não perecíveis e material de higiene pessoal.

Rodovias
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também vai receber donativos a partir desta quinta-feira em postos montados nas principais rodovias da região. Dois postos irão funcionar 24 horas, no km 269 da BR-101, no trecho de Casemiro de Abreu, e na BR-101, no pedágio da Rio-Magé.

Outros três postos devem funcionar das 8h às 17h, no km 109 da rodovia Washington Luís, e na Presidente Dutra, no km 133, próximo ao pedágio, e no km 227. Os donativos arrecadados serão entregues à Cruz Vermelha, que fará a distribuição.

OAB-SP

As 223 subseções da OAB-SP em todo o Estado de São Paulo recebem os donativos destinados à Cruz Vermelha Brasileira, que intensificou a campanha nacional em prol das vítimas das enchentes no Sudeste do País, especialmente na região serrana do Rio de Janeiro.

Bancos
O Banco Bradesco abriu uma conta uma conta corrente para receber doações em solidariedade às vítimas das enchentes que afetaram a região serrana do Rio de Janeiro. O fundo tem como nome do beneficiário “Fundo Estadual da Assistência Social” e está disponível na agência 6570-6 e conta corrente 2011-7.

A Caixa Econômica Federal também abriu uma conta corrente para ajudar as vítimas das chuvas no estado do Rio de Janeiro. As doações aos moradores das regiões em estado de emergência podem ser feitas na conta da Defesa Civil do Rio de Janeiro, número 2011-0, agência 0199, operação 006.

O Itaú Unibanco lançou um programa de mobilização interna e externa, com o objetivo de multiplicar os esforços no atendimento imediato às vítimas das chuvas. A partir de sexta-feira, doações podem ser feitas no fundo que tem como nome do beneficiário “Fundo Estadual de Assistência Social do Rio de Janeiro” e está disponível na agência 5673 e conta corrente 00594-7. O número do banco Itaú é 341 e o CNPJ 02932524/0001-46. Os recursos serão direcionados para o Estado por meio de parceria com a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos.

Supermercados
O grupo Pão de Açúcar montou postos de coletas de donativos nas 100 lojas da rede no Rio de Janeiro. As doações podem ser feitas nos supermercados Pão de Açúcar, ABC Compre Bem, Sendas, Extra Supermercados e Assaí. De acordo com a assessoria do grupo, o material será recolhido até o dia 26 de janeiro.

Shoppings
Os oito shoppings administrados pelo grupo Aliansce do Rio de Janeiro disponibilizou caixas de coleta de doações do Programa Aliansce Solidária, distribuídas nos shoppings Leblon, Via Parque, Grande Rio, Caxias, Bangu, Carioca, Passeio e Santa Cruz. O Center Shopping Rio, em Jacarepaguá, também recebe doações para os desabrigados das chuvas da região serrana. Serão recolhidos agasalhos, colchonetes, alimentos não perecíveis, água mineral e material de higiene pessoal.

Nove shoppings da empresa BRMalls recebem donativos para os desabrigados das chuvas que atingiram a região serrana até o dia 31 de janeiro. Caixas de coleta foram colocadas no Center Shopping Rio, Fashion Mall, Ilha Plaza, NorteShopping, Plaza Shopping, Recreio Shopping, Rio Plaza, Shopping Tijuca e West Shopping. Os itens mais pedidos são alimentos não perecíveis, água potável, materiais de higiene pessoal, agasalhos e colchões. As

Clubes de futebol
O Flamengo recebe donativos na sede do clube, na Gávea, no Rio.

CNBB
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou uma campanha de arrecadação de donativos para as vítimas de toda a região Sudeste. Batizada SOS Sudeste, ela irá recolher dinheiro por meio de duas contas correntes: Conta 1490-8, Agência 1041 – OP. 003, Caixa Econômica Federal e Conta 32.000-5, Agência 3475-4, Banco do Brasil.

A entidade também criticou a falta de ações preventivas dos governos locais e diz esperar que “as autoridades competentes se comprometam eficazmente na busca de solução para que catástrofes como estas a que assistimos não se repitam, vitimando milhares de pessoas”.

Doação de sangue
O Instituto Estadual de Hematologia do Rio de Janeiro (HemoRio) solicita que a população doe sangue para atender as vítimas das chuvas. A doação pode ser feita na sede do instituto, na rua Frei Caneca, 8, na região central da cidade do Rio de Janeiro.

Voluntários
O Ministério de Saúde mobilizou cerca de 300 profissionais de saúde da rede hospitalar federal no Rio para reforçar o atendimento às vítimas e mais 50 voluntários foram deslocados para os municípios atingidos pelas enchentes. Para reforçar a equipe que presta os serviços na região, o Ministério cadastra voluntários por meio de um link no site da pasta na internet (www.saude.gov.br).

Instituição de ensino
A Unigranrio convocou seus funcionários, alunos e professores para ajudar as famílias que perderam suas casas nas chuvas, pedindo que cada um contribua com doações numa das 11 unidades do Estado. Haverá coleta de gêneros de primeira necessidade, que serão entregues à Cruz Vermelha (centro do Rio), responsável pela distribuição. Os seguintes itens são necessitados: água mineral, alimentos de pronto consumo (massas e sopas desidratadas, biscoitos, cereais), sucos de caixa, leite em pó e afins, agasalhos, colchonetes, roupa de cama e banho, cobertores, material de higiene pessoal e de limpeza.

 

Por que temos tragédias causadas pela chuva todo início de ano?

Essa é uma questão complexa, mas é só olhar em volta que encontramos respostas.

Janeiro é época de chuvas no Sudeste, isso todos sabemos, fotos de satélites e o pessoal do INPE vem mostrando que a água no Oceano Pacífico esta mais fria e a água do Oceano Atlântico mais quente e por isso se forma a tal frente de convergência do Atlântico Sul, formando uma estrada de nuvens favorecendo o acumulo de nuvens e dificultando sua dissipação na região Sudeste do Brasil.

Ok! Sabemos a origem das fortes chuvas! Mas por que o número de mortes é tão grande?

Vamos olhar ao redor novamente.

Casas dependuradas nos morros, desafiando as leis da física vão se escorando umas nas outras pregadas ao solo como se fossem caixas de fósforos empilhadas. Lugares que jamais chegará a infra-estrutura urbana. Lixos vão sendo “armazenados” nas encostas e levados pelas primeiras águas.  O solo encharcado, remexido pela ação do homem no sonho de ter seu canto para morar, a mata de cobertura original arrancada para dar lugar às precárias moradias torna-se uma colcha de retalhos sem sustentação esperando a primeira chuva forte para fazer suas vítimas, e ela virá nas águas do verão.

Mas quantos são os moradores? Quantos em cada casa? Somente os vizinhos sabem. O poder público não conhece e nem tem as informações necessárias para o atendimento de emergência. Acontece a tragédia. A solidariedade é que surge primeiro, vizinhos é que vão dar os primeiros socorros. Em seguida aparecem os Bombeiros e os milagres vão acontecendo, no meio do caos surge uma vida salva dando alívio e sentido ao trabalho de voluntários.

Passado horas do desastre depois que a Mídia esta com seus “holofotes” ligados, vão surgindo os poderes constituídos, lamentando, prometendo ações para o futuro. Mas muitos não terão mais futuro.

As explicações começam a brotar, e a chuva fortíssima leva toda a culpa, porque pega mal culpar os mortos por terem invadido áreas que não poderiam ser habitadas.

Mas a verdade é que o número de vitimas é enorme porque não temos planos de evacuação e atendimento à catástrofe.

Muitos subúrbios de Brisbane continuam tomados pela inundação, que começou em dezembro e afetou uma área do tamanho da África do Sul, no Estado de Queensland (nordeste australiano). As chuvas deixaram 20 mortos e 53 desaparecidos, afetando 86 localidades.

Na região serrana do Rio de Janeiro já chega a 500, esse número será ultrapassado devido à quantidade de pessoas desaparecidas.

Queensland possui plano de contingência e analise de riscos para mitigar catástrofes naturais, essa é a grande diferença se comparado o número de mortos entre as duas tragédias. Sem falar que Brisbane é uma das maiores cidades da Austrália.

Tragédia é palanque para Políticos.

Deuses e as pragas do Olimpo!!!

Nada a declarar!!!

Escutei uma boa essa semana, o prefeito de São Paulo Kassab tentando explicar os transtornos causados pelas chuvas “cada ano chove mais em São Paulo”.

Se a afirmação do Kassab está certa (e está), até parece que os Deuses não gostam de nós, e todo ano abrem a torneira do céu e mandam mais água para nos castigar. Atenção Politeístas é hora de oferecermos sacrifícios aos deuses para aplacar essa ira que esta causando tanto estrago, dor, morte e prejuízo econômico a todos nós. Vamos começar oferecendo aos Deuses “atitudes positivas”. Mas o que são atitudes positivas em tempos de “desastres, inundações, deslizamentos, enchentes, perdas materiais e pessoais”?

Vamos lá:

Podemos começar a ajudar os atingidos, através da solidariedade, da reconstrução e de nossas boas vibrações e intenções.

Veja que não é pouco, e nem vão solucionar os problemas. Talvez os Deuses queiram mais que isso, talvez eles queiram sacrifícios por parte do poder público como, menos corrupção, que cortem na própria carne, diminuindo as regalias e os salários, que não recebam propinas, que não gastem o dinheiro público em vão. Vocês devem estar pensando ao lerem este texto, “estamos ferrados, esse sacrifico os Deuses jamais vão receber e as chuvas continuarão a nos castigar”. Por certo que estamos ferrados, pois toda eleição quando temos o poder nas mãos o que fazemos? Não utilizamos nossas armas como deveríamos, trocamos votos por missangas, fazemos chacotas com nossos votos, colocando Tiriricas para decidir nossas vidas, e os Deuses indignados com nossa atitude nos enviam pragas, corrupções, violência e a praga maior, políticos despreparados sem vocação, corruptos, falastrões e um poder público inerte. Existem pragas maiores que essa?

VERÃO COM CHUVAS IRREGULARES NO SUDESTE DO BRASIL.

A previsão climática de consenso indica maior probabilidade de chuvas em torno da normal climatológica em grande parte das Regiões Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste do Brasil, porém com grande irregularidade na distribuição espacial e temporal das chuvas no decorrer deste primeiro trimestre de 2011. A maioria dos modelos de previsão continuou indicando maior probabilidade de chuvas na categoria acima da normal climatológica para o centro-norte da Região Norte e abaixo da normal para a Região Sul, consistente com a persistência do atual fenômeno La Niña. As temperaturas continuam sendo previstas entre as categorias normal a acima da normal climatológica na maior parte do Brasil, com maior probabilidade de valores próximos à normal climatológica no norte da Região Norte e na Região Sul.

Fonte: INPE

COP 16, sem USA e China, o sucesso se tornará um fracasso.

Ações do Greenpeace no México

Eu já falei aqui, sobre o possível fracasso da COP16.

Na primeira semana de negociações foi para prestação de contas sobre o importe de dinheiro pelos países, a Alemanha alegou que havia dado mais dinheiro do que consta no relatório. Primeira saia justa.

A ausência dos principais Chefes de Estado foi sentida, somente representantes estavam presentes.

A discussão agora é sobre a renovação do Protocolo de Kyoto que vai até o ano de 2012. Os países da Europa e do Japão dizem que não renovarão se os Estados Unidos ficar de fora.

O Brasil vai mudar sua estratégia na COP16. Segundo a secretária de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Branca Bastos Americano, o Brasil vai buscar acordos graduais para ajudar na formação de uma economia mundial de baixa emissão de carbono. Após a frustração do ano passado na Dinamarca, o País não vai mais pressionar para que outros países assumam compromissos legais para redução das emissões de gás carbônico (CO2).

Impasse - Os dois países que mais poluem, China e Estados Unidos, são resistentes aos cortes ‘mais ousados’ na emissão. Preferem quantias mais modestas, entre 14 e 17%. Isso porque a geração de energia desses países depende de usinas termoelétricas, que queimam carvão e emitem CO2 à atmosfera. Isso significa que os americanos e chineses não querem gastar dinheiro para refazer sua matriz energética. O Brasil, em comparação, gera a maior parte da energia que precisa por meio de hidrelétricas, consideradas ‘limpas’ por não emitirem gases do efeito estufa.

Como os EUA não se comprometem a reduzir as emissões, a maioria das demais nações desenvolvidas segue o mau exemplo. O problema é que o prazo do Protocolo de Kyoto está prestes a expirar e não há nenhum acordo que obrigue as nações a reduzirem suas emissões depois de 2012. As esperanças para que esse acordo virasse realidade estavam depositadas na COP 15, em dezembro de 2009 em Copenhague, mas as negociações fracassaram nas últimas horas de conferência.

Ações da Oxfan em Cancun.

Acordos - O otimismo está direcionado ao programa de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+). Trata-se de um mecanismo para legitimar a redução de emissões de um país reconhecendo o reflorestamento e o combate contra o desmatamento. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), 20% de toda a emissão de gases do efeito estufa estão relacionados ao desmatamento de florestas. O REDD+ cria uma oportunidade para os países em desenvolvimento atingirem as metas de redução sem comprometer o crescimento industrial. Esse cenário favorece, por exemplo, a China, que apesar de ser um dos maiores poluidores, ainda está em processo de industrialização e não é obrigada a reduzir as emissões.

Contudo, as nações em desenvolvimento devem assumir mais responsabilidades durante a COP 16 com a ajuda de mecanismos de comprometimento, como o REDD+ e fundos de financiamento. Isentos da primeira fase do Protocolo de Kyoto, esses países podem entrar na

segunda fase assumindo metas de redução voluntárias maiores que os países mais ricos. É o caso do Brasil, que já estabeleceu uma meta de redução de 39% das emissões até 2016, quatro anos antes do acordo global.

A realidade que todos os países estão de olho no que o seu vizinho irá fazer. Recentemente o site do Wikeleaks disponibilizou documentos ultra-secretos onde Hilary Clinton manda que os diplomatas americanos “espionem” a ONU.  Os Estados Unidos se negam a assinar qualquer acordo. Desta forma com a China e os Estados Unidos os maiores poluidores do planeta de fora dos acordos, pouco ou nada resta fazer, por que hoje do jeito que está 3% da meta foi atingido a proposta é 60% de corte nas emissões dos gases, uma que não será atingida.

Quem tem medo do Lobo mau?

calor

É verão, muito calor vem por aí!

Que calor! No momento em que eu estou teclando estou banhado em suor e um desconforto gritante.

Tenho procurado na Mídia notícias sobre a COP16, encontro pouco ou quase nenhuma informação.  Estará o Google escondendo os conteúdos?  A Europa esta “caindo de pau” sobre o Google, como fez com a Microsoft no passado, segundo os analistas europeus é porque o Google faz uma concorrência desleal. Enquanto isso o Europeu se “diverte” com a nevasca, será que dá para se divertir com tanta Neve, os Aeroportos de Londres e Frankfurt fecharam por conta da forte nevasca.

Quatro aeroportos fecharam ontem na Europa

Às vezes tenho a impressão que a população brasileira não esta nem aí para o efeito estufa, será desinformação?  Sei que o Brasileiro adora praia, e o verão é esperado com ansiedade, tem até academia que anuncia prepare-se aqui para o verão que se aproxima. Corpos sarados e bronzeados vão desfilar pelas praias, e o tal câncer de pele? Existe ou é mais uma ação de Marqueteiros para vender Protetor Solar? Existe sim, eu sou testemunha disso, tirei um tumor do alto da cabeça, era um “Baso Celular”, tive sorte muita sorte.

Iniciamos uma época de Festas, o “espírito das compras” tomam conta do povo, dá-lhe cartão de crédito e outros tipos de financiamentos, afinal é Natal, vamos deixar as preocupações para o Ano que vém, afinal na história dos três porquinhos, todos acabam bem e o Lobo, coitado, fica sem o seu jantar, e todos cantam:

“Quem tem medo do Lobo mau… “

 

O Espirito das Compras no Natal!

 

 

Vai morrer gente!

slavador dali

A morte espreita nas encostas dos morros!!!

O verão vem chegando e com ele as chuvas de verão.  Não precisa ser especialista no assunto e muito menos ter uma bola de cristal para ver que mais tragédias como estamos vendo durante esse ano todo vão acontecer, só resta esperar.

Não estamos preparados para catástrofes, o poder público não está preparado, temos visto que o povo solidário sempre é o primeiro a chegar a zonas de catástrofe, depois os agentes que mal preparados lutam desesperadamente para salvar vidas, e por último os políticos, governantes com seu falatório de sempre.

Repito. Vai morrer gente!

Por causa do aquecimento global, as chuvas, nevascas, terremotos, furacões, aluviões estão se intensificando e os governos “cinicamente” nada fazem para conter as emissões de gases causadores do efeito estufa.

Precisamos de Analistas Climatológicos aparelhados e lógico bem remunerados trabalhando 24 hrs por dia trabalhando para prever com antecedência as possíveis ocorrências de chuvas e avisar os moradores de encostas e lugares que possam ser inundados pelas águas para saírem do local.

Precisamos de Urbanização das cidades. Precisamos de recuperação das áreas degradadas. Precisamos da intervenção do Estado que é o responsável pelo bem estar do cidadão.

Por favor, façam com que eu esteja errado.

 

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