AutoTram, o transporte de massa sustentável.

AutoTram

AutoTram, tem suas baterias carregadas nas paradas para embarque e desembarque de passageiros

A Alemanha esta decidida em investir em energia limpa, investimentos consideráveis estão sendo feitos voltados para o meioambiente e transporte público, recentemente foi apresentado o AutoTram, um protótipo de um trem elétrico que que tem suas baterias carregadas a cada parada que cumpre: trata-se de um veículo de transporte de massa hibrido que utiliza pneus para se deslocar alimentado eletricamente graças a uma bateria especial que é alimentada progressivamente a cada parada do veículo.

O projeto foi elaborado pelo Instituto Fraunhofer, custou 34 milhões de euros ao governo alemão e visa proporcionar flexibilidade, conveniência e comodidade de um ônibus, mas com zero de ruído e emissões de escape.

O grande problema com relação a autonomia das baterias foi resolvido pela engenharia alemã que mantem a patente., um tanque de diesel foi acoplado ao veículo para resolver o problema em casos em que a parada for distante e a carga estiver se esgotando impossibilitando a recarga.

O AutoTram se distingue dos “bondes” tradicionais porque tem uma transmissão por um sistema multieixo e é articulado.

Segundo seus criadores o AutoTram custa 30 a 50 vezes menos que um metrô, embora custe muito mais que um ônibus comum.

Carro elétrico leva Toyota ao topo do ranking de empresas verdes

A montadora japonesa Toyota foi eleita a marca global “mais verde” de 2011, segundo ranking da consultoria Interbrand, especializada em gestão de marcas. O primeiro relatório que analisa marcas segundo critérios de sustentabilidade elegeu a 3M e a Siemens na segunda e terceira posições, respectivamente.

O ranking considerou a percepção do público sobre as ações de sustentabilidade das marcas e informações prestadas pelas companhias. As empresas que alcançaram maior pontuação possuem estratégias ambientais percebidas pelos consumidores. No caso da Toyota, o pioneirismo no lançamento de um carro híbrido elétrico, o Prius (foto), fez com que a ela fosse percebida como mais preocupada com questões como o aquecimento global.

“À medida que mais empresas adotam programas de cidadania corporativa, as iniciativas verdes se tornam as de maior visibilidade”, disse Jez Frampton, executivo da Interbrand. A listagem completa engloba 50 empresas.

O estudo também se baseou em análises das marcas feitas por consumidores nos Estados Unidos, Japão, China, Brasil, Alemanha, França, Grã-Bretanha, Itália. Índia e Espanha. Os setores automobilístico e de eletroeletrônicos, embora tenham considerável impacto ambiental, são hábeis em comunicar aos consumidores seus avanços em estratégias de sustentabilidade.

Fonte: O Estado de São Paulo

Ônibus do futuro vai aproximar mais os passageiros

ônibus conceito

O City Transport Vehicle foi projetado pela designer Jan Maca, com o objetivo de valorizar ainda mais o transporte público das grande cidades, que é muito útil, mas conta com o problema da falta de privacidade. E isso inclui o motorista, que na grande maioria dos casos, é um completo desconhecido.

O conceito é apto para circular nas cidades, transportando os motoristas com todo o conforto e tecnologia possível. Para começar, o veículo é elétrico, o que ajuda a reduzir o nível de poluição despejado na atmosfera e, consequentemente, proteger o meio ambiente. Além disso, os suportes de abertura das portas, e a parte superior do veículo são envoltos com células solares, que adicionam uma forma alternativa de se obter energia para fazer o carro funcionar.

Mas o ápice de toda a tecnologia empregada no City Transport Vehicle é que ele não precisa de um motorista para fazer o trajeto para o seu trabalho ou sua casa. Todo o sistema de direção será automatizado, utilizando um eficiente sistema de navegação por GPS, mapas detalhados da região, sistema de previsão do tráfego e comunicação online.

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Economia de baixo carbono deve triplicar até 2020

Relatório do banco HSBC divulgado esta semana afirma que a economia de baixo carbono deverá triplicar até 2020, atingindo a cifra de US$ 2,2 bi. O setor mais beneficiado será o de veículos elétricos, que deverá crescer vinte vezes, movimentando US$ 473 bilhões – ou seja: um quinto de todo o mercado mundial de baixo carbono. O setor de energias renováveis pode crescer 9,4% anualmente – mercado que representaria mais de US$ 500 bilhões em 2020. O relatório afirma ainda que o nicho dos transportes públicos deverá movimentar US$ 677 bilhões até lá – o que pode fazer com que o setor de transportes ultrapasse o de energia na corrida pelo desenvolvimento limpo.

O documento aponta que devem ser vendidos 8,65 milhões automóveis movidos a eletricidade nos próximos dez anos – previsão bem mais otimista do que a da JD Power Automotive, que aponta que cerca de 2 milhões de veículos elétricos deverão estar nas ruas até 2020. Ambas as expectativas ainda figuram longe dos 61 milhões de veículos convencionais vendidos em 2009, mas representam um salto considerável com relação aos 5 mil carros elétricos comercializados no mesmo período.

A expectativa de que nos próximos anos dezenas de milhares de carros elétricos estejam circulando na Europa, EUA e Ásia remete ao avanço tecnológico que possibilitou que os veículos agora oferecidos pelos fabricantes tenham autonomia bem maior que a de seus predecessores – o que aumenta a utilidade e o apelo do carro elétrico junto ao consumidor.

Mas assim que esses veículos estiverem aparecendo nas ruas, um problema estrutural deverá se colocar: onde recarregá-los? Alguns experts acreditam que os veículos elétricos devem ser recarregados em casa ou no trabalho. Outros defendem uma rede global de postos de recarga. Uma companhia proeminente está lançando a ideia de que existam postos em que o consumidor possa rapidamente trocar sua bateria “quase morta” por uma recarregada. Outros ainda advogam que os “problemas” de carros movidos apenas a eletricidade podem ser evitados se for focada a produção e comercialização de híbridos: movidos a eletricidade e gasolina.

“A introdução dos veículos elétricos no mercado é mais que um problema financeiro”, afirma Sam Jaffe, analista e gerente de pesquisa do IDC Energy Insights. “Trata-se de um grande experimento antropológico. Não há dúvida de que é um processo cheio de retrocessos e vantagens. E requer um rearranjo na mentalidade dos consumidores”, completa.

Pedaladas na USP

Estudantes de Engenharia criam projeto de bicicletas públicas no câmpus.

Larissa Linder

Dois alunos da USP transformaram uma ideia de trabalho de conclusão de curso num projeto para melhorar o transporte na Cidade Universitária. Depois de um intercâmbio na França, Maurício Villar e Maurício Matsumoto, da Engenharia Mecatrônica, importaram o conceito que os conduzia pelas ruas de Lyon e Marselha: bicicletas públicas. “Eu usava direto como meio de transporte e tive a ideia de tentar aplicar isso na USP”, conta Matsumoto.
Batizado de Pedalusp, o projeto inclui a criação de estações automatizadas onde bicicletas poderão ser retiradas sem custo. A ideia foi abraçada pela Coordenadoria do Câmpus (Cocesp), que investiu R$ 50 mil. Agora, Matsumoto e Villar buscam patrocínio de R$ 500 mil para pôr em uso 100 bicicletas e dez estações até 2011.

Epitácio Pessoa/AE

Como deve funcionar o Pedalusp:

- Estações: 10

- Bicicletas: 100

- Tempo máximo de uso permitido: 1h

- Caso extrapole o tempo máximo de uso permitido, o usuário deverá sofrer alguma sanção, ainda em estudo, como ficar algumas semanas sem direito ao serviço.

- Custo: gratuito

- Quem poderá usar: alunos e funciónários da USP

- Para retirar as bikes, será necessário ir em qualquer estação, passar o cartão de aluno ou funcionário em um leitor, digitar uma senha pessoal própria para o serviço e previamente cadastrada e escolher na tela uma das bicicletas para ser destravada. Após a utilização, basta devolver o equipamento em qualquer estação.

Bike-café

A cultura da bicicleta está a toda. E em Londres, a nova tendência são os “bike cafes”. São bares e cafés que têm como público alvo quem curte e anda de bicicleta.

A idéia foi importada de Copenhagen, na Dinamarca, a capital internacional do cycle-chic. Mas foi em Londres que se transformou em mania.

Lugares como o Rapha Cycle Club, Container Cafe e Lock 7 – alguns ficarão abertos apenas no verão – começam a se proliferar. Além de encontrar seus amigos bikers, os espaços oferecem bicicletários e ainda é possível entrar com a própria bicicleta dentro do café.

A frente do Look mum: espaço para bicicletas/ Divulgação

Os bares ainda oferecem uma pequena oficina de reparos, alguns vendem roupas e equipamentos e todos organizam eventos ligados ao tema: exposições, mostra de filmes sobre competições famosas, etc.

Os criadores do Look Mum No Hands (uma brincadeira com aquela frase “olhe, mamãe, sem as mãos”) explicam o conceito em seu site: “gostamos de andar de bicicleta e de beber café. E tivemos a idéia de combinar isso para fazer algo especial. Achamos um lugar incrível, numa locação maravilhosa e aqui estamos. Exibimos filme, promovemos workshops e temos duas máquinas de consertar bikes. Ah, e vendemos cerveja”, lembram.

Eventos, conserto de bicicletas e público biker / Divulgação

Já o Rapha Cycle Club, que ficará aberto – a princípio – apenas durante alguns meses, é um mix de galeria, loja e café. “Ao contrário de muitas lojas pop-up, o Rapha vai ser mais do que um espaço para vendas, com transmissão ao vivo de corridas de bicicletas e um calendário de eventos. Queremos que seja a casa do esporte”, explicam. O Container – como o nome dá dica – é situado dentro de um container do lado de parque.

E o modismo parece se proliferar cada vez mais.

O futuro dos Trens.

Os trens são um dos maiores consumidores de Combustível fóssil, a boa notícia é que a forma como conhecemos o trem vai mudar num futuro bem próximo. Células de hidrogênio substituirão o carvão a eletricidade o diesel. Várias alternativas de Eco-Trens logo estarão na estação mais próxima de você.

Veja o vídeo abaixo.

Compartilhamento de carro, uma solução para as cidades Cosmopolitas.

As pessoas nem sempre querem um produto. Elas querem uma solução para um certo problema. Um serviço ao invés de um produto pode ser a solução certa. Por exemplo, um sistema de compartilhamento de carro é uma solução para as pessoas que precisem de um carro ocasionalmente. Cidades onde o “estacionamento de um carro” vale ouro como as grandes cidades da America Latina e Europa, a tendência é este sistema se tornar mais popular. Você paga uma taxa mensal, pode fazer sua reserva pelo telefone ou internet, eliminando os custos com impostos, manutenção do carro etc.

Nova bicicleta elétrica tem autonomia de até 70 km

A Peugeot, conhecida fabricante francesa de automóveis, apresentou nesta semana uma alternativa prática e ecológica para a locomoção dos consumidores que buscam uma opção aos meios de transporte poluentes. Trata-se da primeira bicicleta elétrica produzida pela marca.

A bicicleta elétrica da Peugeot é híbrida, foi desenvolvida em parceria com a Ultra Motor, uma das líderes mundiais no desenvolvimento de automóveis elétricos, e integra uma bateria removível de lítio de 36 V e um motor elétrico de 250 watts, que garantem uma autonomia de até 70 km.

A fabricante promete uma bicicleta capaz de locomoção até mesmo em inclinações extremas, graças aos três níveis de assistência e o sensor de torque que a equipam. Ela está equipada ainda com freios de disco dianteiros e traseiros, luzes automáticas e independentes além de uma suspensão para proporcionar melhor conforto.

Disponível inicialmente apenas na rede de concessionárias Peugeot na Europa, a bicicleta elétrica já pode ser encontrada por cerca de 2.300 euros ou o equivalente a US$ 3.450.

fonte: Terra

Vivendo a vida sem carro e usando só bicicletas e trem

Vauban, distrito de Freiburg, na Alemanha, está experimentando a vida sem carro. É uma comunidade de classe alta onde 70% das famílias nao têm automóveis. Bicicletas e trem para Freiburg sao os meios de transporte. Os carros nao sao proibidos, mas a posse e o uso sao desestimulados – há apenas 2 lugares para estacionar, localizados nos limites da cidade. Quando os moradores precisam ir a algum local distante, as familias se reunem em torno de soluçoes coletivas, como carros alugados pela comunidade. Segundo materia do New York Times, os moradores de Vauban gostam da qualidade de vida que têm, apreciam o fato de nao precisarem se preocupar com segurança no trânsito ou segurança das crianças na rua. Sao pessoas com inclinaçao ‘verde’, mais da metade vota no Partido Verde Alemao, diz o NYT.

From: BlueBus

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