Pedalar!
5 05UTC novembro 05UTC 2011 Deixe um comentário
Pedalar faz bem para o coração, mente e também para o planeta!
Sustentabilidade, cidades e soluções, green building, energia alternativa são os assuntos que iremos abordar neste blog!
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3 03UTC maio 03UTC 2011 Deixe um comentário
SPG Solar de Novato Califórnia, Sunengy da Austrália e Solaris Synergy de Israel, estão entre as empresas inovadoras que tentam desenvolver um mercado de painéis solares em lagos agrícolas de mineração, reservatórios hidrelétrico e canais. Essas empresas não estão brincando elas estão de olho no mercado global e seu potencial. Existe muitas agências de águas municipais, agricultores, mineradoras atraídas pela perspectiva de encontrar novo uso para – e nova receita de – seus ativos líquidos, segundo executivos de energia solar.
13 13UTC setembro 13UTC 2010 Deixe um comentário
Relatório do banco HSBC divulgado esta semana afirma que a economia de baixo carbono deverá triplicar até 2020, atingindo a cifra de US$ 2,2 bi. O setor mais beneficiado será o de veículos elétricos, que deverá crescer vinte vezes, movimentando US$ 473 bilhões – ou seja: um quinto de todo o mercado mundial de baixo carbono. O setor de energias renováveis pode crescer 9,4% anualmente – mercado que representaria mais de US$ 500 bilhões em 2020. O relatório afirma ainda que o nicho dos transportes públicos deverá movimentar US$ 677 bilhões até lá – o que pode fazer com que o setor de transportes ultrapasse o de energia na corrida pelo desenvolvimento limpo.
O documento aponta que devem ser vendidos 8,65 milhões automóveis movidos a eletricidade nos próximos dez anos – previsão bem mais otimista do que a da JD Power Automotive, que aponta que cerca de 2 milhões de veículos elétricos deverão estar nas ruas até 2020. Ambas as expectativas ainda figuram longe dos 61 milhões de veículos convencionais vendidos em 2009, mas representam um salto considerável com relação aos 5 mil carros elétricos comercializados no mesmo período.
A expectativa de que nos próximos anos dezenas de milhares de carros elétricos estejam circulando na Europa, EUA e Ásia remete ao avanço tecnológico que possibilitou que os veículos agora oferecidos pelos fabricantes tenham autonomia bem maior que a de seus predecessores – o que aumenta a utilidade e o apelo do carro elétrico junto ao consumidor.
Mas assim que esses veículos estiverem aparecendo nas ruas, um problema estrutural deverá se colocar: onde recarregá-los? Alguns experts acreditam que os veículos elétricos devem ser recarregados em casa ou no trabalho. Outros defendem uma rede global de postos de recarga. Uma companhia proeminente está lançando a ideia de que existam postos em que o consumidor possa rapidamente trocar sua bateria “quase morta” por uma recarregada. Outros ainda advogam que os “problemas” de carros movidos apenas a eletricidade podem ser evitados se for focada a produção e comercialização de híbridos: movidos a eletricidade e gasolina.
“A introdução dos veículos elétricos no mercado é mais que um problema financeiro”, afirma Sam Jaffe, analista e gerente de pesquisa do IDC Energy Insights. “Trata-se de um grande experimento antropológico. Não há dúvida de que é um processo cheio de retrocessos e vantagens. E requer um rearranjo na mentalidade dos consumidores”, completa.
30 30UTC agosto 30UTC 2010 Deixe um comentário
Mundo – O desenvolvimento e a implementação mundial de um novo sistema de classificação ambiental poderia facilitar a comparação de produtos para os consumidores em todo o mundo. A Associação de Manufatureiras de Eletrodomésticos (AHAM, na sigla em inglês) anunciou, na última terça-feira, 10 de agosto, que firmou parceria com a Associação Canadense de Padronização e com o grupo internacional UL Environment, duas organizações líderes em padronização. Os três juntos pretendem desenvolver uma série de novos padrões que poderão ser utilizados por governos, varejistas e consumidores em todo o mundo para identificar e promover produtos ecologicamente corretos.
Os novos padrões de eficiência ambiental levarão em conta não apenas o consumo de energia do produto, mas também seu impacto ambiental durante sua vida útil. Em um press release, as companhias comunicaram que pretendem desenvolver “uma métrica que conquistará a confiança do consumidor”. Uma maior transparência nos padrões ambientais é necessária quando o consumidor se torna cada vez mais consciente ambientalmente a respeito dos produtos e as manufatureiras começam a responder as suas demandas. Contudo, ainda não se sabe quando as empresas finalizarão os novos padrões e nem quando entrarão em vigor.
Atualmente, produtos de baixo impacto ambiental são classificados pelo sistema Energy Star e estão disponíveis em toda a América e na Europa. Os produtos europeus eficientes energeticamente também levam um símbolo de flor verde. Sites voltados ao consumidor, como o www.energystar.gov nos Estados Unidos, o www.energysavingtrust.org.uk no Reino Unido e o www.ecolabel.eu na Europa apresentam classificações ambientais e informações sobre diversos eletrodomésticos, como geladeiras e máquinas de lavar. Estima-se que o desenvolvimento de um novo sistema de classificação ambiental leve a um sistema de classificação ambiental padronizado globalmente, simplificando as comparações entre os produtos para os consumidores e ajudando para que eles não comprem enganados.
18 18UTC agosto 18UTC 2010 Deixe um comentário
O projeto do Edifício ecológico e a requalificação ambiental da área urbana central e periférica constituem hoje uma das principais estratégias de renovação urbana, na perspectiva de criar um código “Bioecológico” para as construções novas e reconstrução das antigas. Não só o pensar deve estar orientado pelo código “Bioecológico”. Um levantamento criterioso deve ser feito buscando pelas não conformidades com o programa estabelecido, e propostas corretivas devem ser apresentadas, gerando um relatório para a organização e gestão do plano de execução da obra, com o objetivo de conseguir a máxima valorização dos fatores Biofísicos e Microclimáticos, proporcionando maior qualidade de vida. As ações corretivas bem como os processos devem proporcionar maior eficiência e qualidade respeitando as diretrizes da Sustentabilidade, fatores econômicos, sociais e ecológicos devem permear a solução final para o projeto. Ao buscar a eficiência energética e climática do Edifício a inovação tem que estar presente, não podemos esquecer de garantir que não haverá acréscimo de materiais, dejetos e o custo deve se manter baixo. Prevendo neste caso analise criteriosa do uso e função do edifício, definindo quais os materiais que serão utilizados, o movimento das pessoas dentro e fora do edifício e mensurando o resíduo produzido dentro deste processo e o seu tratamento. Na equação de aumento e consumo, deve resultar um estudo criterioso dos agentes tipo morfológicos e tecnológicos descartados pelo Edifício na área urbana. O objetivo final deste estudo é definir o espaço habitável e o seu entorno respeitando a qualidade de vida e as diretrizes que regem o edifício sustentável.
Se por arquitetura bioclimática – segundo a definição de Gianni Scudo – entendemos que é o tipo de arquitetura que otimiza a relação energética do edifício com o ambiente natural existente mediante seu desenho arquitetônico. Com o objetivo de ir além de termos como “arquitetura solar” ou “arquitetura passiva” (que corresponde ao aspecto parcial de um problema global) a palavra “bioclimática” tende a colher o interesse pela resposta do homem, se é Bio por ser o homem usuário da arquitetura e seu ambiente externo, ou se a palavra “Bioclimática” se relaciona com o “clima” que acaba por interferir na forma arquitetônica diretamente.
Neste sentido, devemos notar a relevância e a importância das abordagens sobre as questões da Bio Arquitetura, da Construção Sustentável e da recuperação ambiental de áreas degradadas que estão ganhando terreno cada vez mais e sendo disseminadas internacionalmente com resultados significativos, especialmente em países onde estas atividades são apoiadas por políticas urbanas, como na Alemanha, Áustria, Holanda e Suécia.
16 16UTC maio 16UTC 2010 1 Comentário
A energia renovável é a energia que vem de recursos naturais, como sol, vento, chuva, marés, geotérmica e de calor, que são renováveis (naturalmente reabastecido). Em 2006, cerca de 18% do consumo mundial de energia final veio de fontes renováveis, com 13% provenientes da biomassa tradicional, que é usado principalmente para o aquecimento, e de 3% a partir da hidroeletricidade. Novas energias renováveis (PCHs, biomassa, eólica, solar, geotérmica e bicombustíveis) representaram 2,4% e outro está crescendo muito rapidamente. A quota das energias renováveis na produção de electricidade é cerca de 18%, com 15% da eletricidade global proveniente de hidreletricidade e 3,4% de novas energias renováveis .
A energia eólica está crescendo à taxa de 30% ao ano, com uma capacidade mundial instalada de 157,9 mil megawatts (MW) em 2009, , e é amplamente utilizada na Europa, Ásia e Estados Unidos. Produção industrial anual da indústria fotovoltaica atingiu 6.900 MW em 2008, e fotovoltaica (PV), estações de energia são muito populares na Alemanha e na Espanha. Centrais térmicas solares operam no E.U.A. e Espanha, o maior destes é o Os 354 MW usina SEGS no deserto de Mojave. A instalação mundial de energia geotérmica, Gêiseres na Califórnia, com uma capacidade nominal de 750 MW. O Brasil tem um dos maiores programas de energia renovável no mundo, envolvendo a produção de etanol combustível a partir da cana de açúcar, etanol e agora oferece 18% de combustível automotivo do país. Combustível etanol também está amplamente disponível nos E.U.A..
Enquanto a maioria dos projetos de energia renovável e produção em grande escala, de tecnologias renováveis também são adequados para pequenas aplicações fora da rede, por vezes em zonas rurais e isoladas, onde a energia é muitas vezes crucial no desenvolvimento humano . Quênia tem a maior família do mundo solar Taxa de propriedade com cerca de 30.000 pequenos (20-100 W) sistemas de energia solar vendidos por ano.
Fonte: Wikipedia
19 19UTC fevereiro 19UTC 2010 Deixe um comentário
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1 01UTC dezembro 01UTC 2009 Deixe um comentário
LED é a sigla em inglês para Light Emitting Diode, ou Diodo Emissor de Luz.
O LED é um diodo semicondutor (junção P-N) que quando energizado emite luz visível por isso LED (Diodo Emissor de Luz). A luz não é monocromática (como em um laser), mas consiste de uma banda espectral relativamente estreita e é produzida pelas interações energéticas do elétron. O processo de emissão de luz pela aplicação de uma fonte elétrica de energia é chamado eletroluminescência. Em qualquer junção P-N polarizada diretamente, dentro da estrutura, próximo à junção, ocorrem recombinações de lacunas e elétrons. Essa recombinação exige que a energia possuída por esse elétron, que até então era livre, seja liberada, o que ocorre na forma de calor ou fótons de luz .
No silício e no germânio, que são os elementos básicos dos diodos e transistores, entre outros componentes eletrônicos, a maior parte da energia é liberada na forma de calor, sendo insignificante a luz emitida (devido a opacidade do material), e os componentes que trabalham com maior capacidade de corrente chegam a precisar de irradiadores de calor (dissipadores) para ajudar na manutenção dessa temperatura em um patamar tolerável.
Já em outros materiais, como o arseneto de gálio (GaAs) ou o fosfeto de gálio (GaP), o número de fótons de luz emitido é suficiente para constituir fontes de luz bastante eficientes.
A forma simplificada de uma junção P-N de um led demonstra seu processo de eletroluminescência. O material dopante de uma área do semicondutor contém átomos com um elétron a menos na banda de valência em relação ao material semicondutor. Na ligação, os íons desse material dopante (íons “aceitadores”) removem elétrons de valência do semicondutor, deixando “lacunas” (ou buracos), portanto, o semicondutor torna-se do tipo P. Na outra área do semicondutor, o material dopante contém átomos com um elétron a mais do que o semicondutor puro em sua faixa de valência. Portanto, na ligação esse elétron fica disponível sob a forma de elétron livre, formando o semicondutor do tipo N.
Os semicondutores também podem ser do tipo compensados, isto é, possuem ambos os dopantes (P e N). Neste caso, o dopante em maior concentração determinará a que tipo pertence o semicondutor. Por exemplo, se existem mais dopantes que levariam ao P do que do tipo N, o semicondutor será do tipo P. Isso implicará, contudo, na redução da Mobilidade dos Portadores.
A Mobilidade dos Portadores é a facilidade com que cargas n e p (elétrons e buracos) atravessam a estrutura cristalina do material sem colidir com a vibração da estrutura. Quanto maior a mobilidade dos portadores, menor será a perda de energia, portanto mais baixa será a resistividade.
Na região de contato das áreas, elétrons e lacunas se recombinam, criando uma fina camada praticamente isenta de portadores de carga, a chamada barreira de potencial, onde temos apenas os íons “doadores” da região N e os íons “aceitadores” da região P, que por não apresentarem portadores de carga “isolam” as demais lacunas do material P dos outros elétrons livres do material N.
Um elétron livre ou uma lacuna só pode atravessar a barreira de potencial mediante a aplicação de energia externa (polarização direta da junção). Aqui é preciso ressaltar um fato físico do semicondutor: nesses materiais, os elétrons só podem assumir determinados níveis de energia (níveis discretos), sendo as bandas de valência e de condução as de maiores níveis energéticos para os elétrons ocuparem.
A região compreendida entre o topo da de valência e a parte inferior da de condução é a chamada “banda proibida”. Se o material semicondutor for puro, não terá elétrons nessa banda (daí ser chamada “proibida”). A recombinação entre elétrons e lacunas, que ocorre depois de vencida a barreira de potencial, pode acontecer na banda de valência ou na proibida. A possibilidade dessa recombinação ocorrer na banda proibida se deve à criação de estados eletrônicos de energia nessa área pela introdução de outras impurezas no material.
Como a recombinação ocorre mais facilmente no nível de energia mais próximo da banda de condução, pode-se escolher adequadamente as impurezas para a confecção dos LEDs, de modo a exibirem bandas adequadas para a emissão da cor de luz desejada (comprimento de onda específico).