COMPOSTO ORGANICO VOLATIL (VOLATILE ORGANIC COMPOUND – VOC)

São compostos a base de carbono que em determinadas condições de pressão e temperatura liberam gases que são nocivos ao ser humano. Milhares de produtos liberam VOC tais como Tintas, vernizes, adesivos e selantes, materiais de limpeza, materiais de construção, equipamentos de escritórios (printers e copiadoras), etc.
Sabe aquele cheirinho de carro novo que todo mundo gosta e alguns meses depois desaparece, são gases dos materiais utilizados na produção do automóvel e são tóxicos. É claro, não suspeitamos que nós e nossas crianças respiramos o Tolueno que é tóxico e cancerígeno.
VOCs são controlados pelos governos porque são causadores do aumento do nível de ozonio na atmosfera.
Hoje em dia existe um aumento de pessoas que são expostas a produtos químicos e são alérgicas, por isso faz todo o sentido “gerenciar” a utilização de determinadas substâncias químicas na construção de Edifícios. Para facilitar a gestão desses produtos que fazem mal as pessoas e ao meio ambiente  foram criadas cinco categorias:

    • Tintas e revestimentos
    • Adesivos e selantes
    • Carpetes
    • Compostos de madeiras e fibras
    • Mobiliário e acessórios
Tintas e revestimentos tem que ser controlados na construção de Edifícios Ecologicamente corretos, organismos como o Green Seal GS-11 http://www.greenseal.org/Home.aspx  analisam os componentes na fabricação dos produtos em toda a sua cadeia de produção.
Muitos VOCs são regulados por organizações locais, agências que controlam a poluição do ar.

Poli-USP e FDTE criam pós em construção verde

A Escola Politécnica (Poli-USP) e a Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE) acabam de criar a pós-graduação em Construção Sustentável. O curso é destinado a capacitar engenheiros para que atuem no planejamento, projeção, execução e gerenciamento de obras com o uso de tecnologias que priorizam a redução dos impactos ambientais. Com carga horária de 360 horas, terá corpo docente formado por doutores da USP. A seleção dos inscritos será baseada nos currículos profissional e escolar. O início das aulas está previsto para 1.º de agosto de 2011. Inscrições em poli-integra.com.br. /

Fonete: Estdão / ANDREA VIALLI

Elementos da prática do design sustentável do Edifício incluem:

 

  • Altos níveis de eficiência na utilização dos recursos, incluindo transporte, utilização de energia na fabricação dos materiais utilizados.
  • Sistemas de eficiência energética do edifício.
  • O uso de energia renovável
  • Conservação da água e reutilização da água de serviços.
  • Preservação e restauração dos “Habitats”
  • Utilização de energias naturais para a construção de aquecimento e arrefecimento.
  • Captura da água da chuva , reutilização e reciclagem.
  • Gestão da água de chuva.
  • Uso de material reciclado, não tóxico, recuperado e do local.
  • Ambientes saudáveis e produtivos.
  • Durabilidade dos materias utilizados.
  • Flexibilidade para mudanças de uso e função
  • Facilidade de acesso

ONU destaca moradia popular ”verde” em Cubatão

Nações Unidas reconhecem construção da CDHU no Estado como exemplo de prática sustentável que pode ser replicada em outros países

A construção verde, com tecnologias que poupam água, energia elétrica e usam materiais que afetam menos o ambiente, não é mais privilégio de edifícios corporativos ou condomínios de alta renda. Em São Paulo, conjuntos habitacionais populares já ostentam várias dessas tecnologias.

A Companhia de Desenvolvimento Urbano e Social (CDHU) começou a experimentar a construção verde em casas populares em 2007. Uma delas, o conjunto habitacional Rubens Lara, em Cubatão, chamou a atenção das Nações Unidas. O programa Sushi (Iniciativa de Habitação Social Sustentável, na sigla em inglês), do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, reconheceu o projeto como alternativa que pode ser replicada.

Silvio Torres, secretário estadual de Habitação, diz que a incorporação de tecnologias verdes na construção de moradias populares faz parte de um programa mais abrangente, a remoção da população de áreas consideradas de risco (mais informações nesta página). “Hoje existem no Estado 350 mil unidades habitacionais do CDHU e há potencial para que 200 mil adotem tecnologias verdes”, diz.

Outro conjunto da CDHU, em Santo André, é construído com critérios verdes. A meta é buscar uma certificação de mercado de construção verde.

“O grande desafio é conciliar baratos com tecnologias mais caras – mas que podem proporcionar economia no longo prazo”, diz o secretário. É o caso do aquecedor solar, que, embora mais caro que o chuveiro elétrico, proporciona uma economia de cerca de 30% na conta de energia.

Luz natural. Em geral, construir de forma verde custa 10% mais que uma obra comum. “Mas isso não é custo, é investimento”, diz Marcelo Prado, arquiteto responsável pelo conjunto de Cubatão. De longe, já se percebe que as janelas dos prédios do Rubens Lara são maiores que as das construções populares mais antigas que o rodeiam.

As janelas amplas, que permitem maior iluminação e ventilação dos imóveis, e os cilindros metálicos, que integram o sistema de captação de energia solar para aquecer a água, são duas das várias medidas de construção verde utilizadas pela CDHU no conjunto construído para abrigar famílias retiradas das encostas da Serra do Mar.

Segundo o assessor de sustentabilidade da Secretaria de Habitação, Gil Scatena, as medidas que facilitam a acessibilidade também chamaram a atenção da ONU. “As portas são mais largas, as janelas e interruptores estão em altura adequada e há apartamentos térreos para portadores de deficiência”, explica.

Projeto

 

fonte: O Estado de S. Paulo

Conservação de energia e eficiência.

A idéia básica de conservação de energia é aquela que gera economia monetária e também de recursos naturais, ou para usar o termo Amory Lovins, gera “Negawatts,” gera demanda negativa pela procura pela energia nas distribuidoras.
Um relatório de 2007 da American  Solar Energy Society concluiu que a eficiência energética  (Conservação) gerada pelas fontes de energias renováveis ​​poderiam contribuir com uma média de cerca de 1.200 milhões de toneladas por ano na redução de carbono até 2030, colocando os EUA no caminho para alcançar os objetivos do Tratado de kyoto. A eficiência energética poderia contribuir com 57% do total, energias renováveis com 43%. Sozinho o sector da construção civil, possui o potencial de redução de 200 milhões de toneladas por ano, cerca de um sexto da porcentagem da redução total necessária de emissões. A importância de novas tecnologias e pesquisas nesse sector é importante para o nosso futuro.
Vejam quais são as melhores praticas e medidas que devem ser concebidas na conservação de energia e melhorar a eficiência em nossos edifícios comerciais e residenciais.

Leia o artigo na integra em http://www.zero-c.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=85%3Aconservacao-de-energia&catid=57%3Asmartbuilding&Itemid=11&limitstart=1

EcoDensity

A Ilha de Manhattam em New York é famosa pela densidade populacional. Os moradores de Manhattam ao contrário dos moradores da Califórnia, não veneram automóveis preferem se locomover através de transporte público e andar.

Encontrar o serviço que você necessita logo ali, ir ao trabalho próximo de sua casa, encontrar amigos, diversão, é o sonho de todos.

Agora imagine o contrário, morar no subúrbio ter que pegar o seu carro para se deslocar até mesmo para ir a padaria, ficar no transito horas para chegar ao trabalho ou até mesmo buscar ajuda em um Hospital.

Transporte público eficiente e barato este é o grande desafio das cidades. Pequenos negócios, ruas arborizadas e fechadas ao transporte de automóveis, abertas aos usuários de bicicletas e veículos elétricos. Parques para refrescar no calor e permitir a prática de exercícios. Escolas, clínicas planejadas para acessibilidade a todos, deficientes, pessoas especiais etc.. é o desafio para os próximos anos, mãos a obra.

O PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO AQUA

Para certificar um empreendimento pelo PROCESSO AQUA, é necessário que o empreendedor ou proprietário do imóvel esteja comprometido com os objetivos de sustentabilidade desde o início do projeto, pois o Processo AQUA parte do conceito de que um projeto precisa nascer sustentável para ser efetivamente de Alta Qualidade Ambiental.

Este comprometimento do empreendedor é refletido através de um Sistema de Gestão do Empreendimento e de um Perfil de Qualidade Ambiental, que é distribuído em 14 categorias:

  1. RELAÇÃO DO EDIFÍCIO COM O SEU ENTORNO
  2. ESCOLHA INTEGRADA DE PRODUTOS, SISTEMAS E PROCESSOS CONSTRUTIVOS
  3. CANTEIRO DE OBRAS DE BAIXO IMPACTO AMBIENTAL
  4. GESTÃO DA ENERGIA
  5. GESTÃO DA ÁGUA
  6. GESTÃO DE RESÍDUOS DE USO E OPERAÇÃO DO EDIFÍCIO
  7. MANUTENÇÃO – PERMANÊNCIA DO DESEMPENHO AMBIENTAL
  8. CONFORTO HIGROTÉRMICO
  9. CONFORTO ACÚSTICO
  10. CONFORTO VISUAL
  11. CONFORTO OLFATIVO
  12. QUALIDADE SANITÁRIA DOS AMBIENTES
  13. QUALIDADE SANITÁRIA DO AR
  14. QUALIDADE SANITÁRIA DA ÁGUA

Cada uma das 14 categorias do AQUA pode ser classificada no nível BOM, SUPERIOR ou EXCELENTE, e cabe ao empreendedor definir quais categorias atingirão a classificação máxima, intermediária o mínima, dependendo do contexto e de sua estratégia de sustentabilidade. Para um empreendimento ser certificado AQUA, o empreendedor deve ter no mínimo 3 categorias no nível EXCELENTE e no máximo 7 categorias no nível BOM.

A Certificação AQUA é concedida pela Fundação Vanzolini, que faz 3 auditorias presenciais ao longo do desenvolvimento do projeto e da obra, a fim de verificar que todos os critérios de sustentabilidade foram atendidos.

Para o desenvolvimento do processo de certificação, o empreendedor pode decidir fazer por conta própria ou contratar consultores especializados.

 

Cobertura Verde

Cidades com elevado grau de urbanização, como São Paulo e Rio de Janeiro, possuem grande concentração de asfalto e concreto, pouca quantidade de verde e alto índice de poluição atmosférica, resultando nas chamadas ilhas de calor, em que as temperaturas aumentam e a umidade relativa do ar fica mais baixa. O recurso para amenizar esse efeito indesejável e danoso ao meio ambiente é reduzir as superfícies escuras, que absorvem calor, substituindo-as por superfícies claras, capazes de refletir a energia solar que incide sobre elas, ou por coberturas verdes. Tanto um quanto o outro elemento não só atendem com eficiência a esses objetivos, como contribuem para a redução do consumo de energia.

Um dos efeitos positivos dos telhados verdes é o aumento da umidade relativa do ar na microrregião em que está instalado, uma vez que a raiz da planta, ao absorver a água, libera vapor para a atmosfera. As plantas também retiram partículas em suspensão no ar, o que torna muito mais agradável o ambiente, como se pode verificar em parques e espaços arborizados. Outro benefício diz respeito à fotossíntese, uma vez que a retirada de gás carbônico do ar ajuda no combate ao aquecimento global. Segundo o engenheiro agrônomo Sérgio Rocha, diretor técnico do Instituto Cidade Jardim, fabricante de telhados verdes com sede em Itu, SP, para cada 10 mil metros quadrados desses elementos instalados é possível sequestrar cerca de 50 toneladas de carbono.

A cobertura verde mostra-se interessante sob vários aspectos. Ela favorece o desempenho térmico dos edifícios, melhorando o conforto interno, diminuindo a temperatura através do resfriamento evaporativo e aumentando a umidade do ar em dias quentes de verão, o que representa significativa economia de energia com sistemas de refrigeração. Além disso, tem a vantagem de manter o ciclo oxigênio-gás carbônico, contribuindo para a diminuição da poluição atmosférica. Retém até 75% de água de uma chuva, que é liberada gradualmente na atmosfera via condensação e transpiração; provê um hábitat para plantas, insetos e outros pequenos animais; assegura efeito visual e estético aos edifícios, bem como conforto ambiental e saúde aos habitantes.

Há fatores que influenciam diretamente no conforto da edificação e na consequente economia energética com os sistemas de climatização. A massa térmica, a porosidade e a capacidade de absorção das coberturas são fatores decisivos e têm comportamento distinto nos dois sistemas. Conforme estudo , baseado em tabela de valores gerais de absortância da Associação Brasileira de Normas Técnicas (2003), estima-se que na cobertura branca a absortância seja de 20%, enquanto na cor preta esse índice alcança 97%. Já na cobertura verde, cerca de 27% da radiação solar incidente é refletida, 60% é absorvida pelas plantas e apenas13% é transmitida à superfície inferior.

 

Unicamp: casa com grama no telhado aposentaria ar-condicionado

Você moraria em uma casa com um gramado no telhado? Pois esse é um dos itens que permitem conforto térmico no interior de uma residência garantindo temperaturas agradáveis sem o acionamento de aparelho de ar-condicionado ou aquecedor elétrico. Mesmo quando fora da residência faz muito calor ou frio rigoroso, a gramínea vai agir como uma manta protetora proporcionando um ambiente interno mais aconchegante e termoacústico.

Essas são as promessas da casa sustentável com telhado verde que ficou em exposição na Lagoa do Taquaral, em Campinas, durante o Sustentar 2010, um evento de discussões, debates e exposições com experiências e técnicas voltadas à sustentabilidade e meio ambiente.

“As residências convencionais podem incorporar a grama no telhado. Bastam algumas adaptações para o revestimento de uma camada de terra e colocar as bandejas de grama no todo ou em parte do telhado”, contou a arquiteta Renata Marangoni, coordenadora do projeto. Para a execução do trabalho ela foi buscar o auxilio de um grupo de alunos e formandos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) que já pesquisam técnicas de moradias sustentáveis.

“O grande desafio foi aplicar o exercício de mercado e academia, ou seja o que temos a mão e o que está em estudo nas universidades”, disse. Porém, para otimizar o beneficio de um gramado em cima da casa faz-se necessário distribuir a localização de janelas e portas de forma que torne mais eficiente a circulação de vento e luz do sol.

Madeira e vidro
O sistema construtivo é suspenso. “A edificação troca o calor com a terra também. O paisagismo externo também é importante para criar um resfriamento local. Evita-se o cimentado ao redor”, disse ela. A área total de construção é de 65m² e é funcional para duas pessoas.

Um deck elevado acessa uma sala de estar integrada a cozinha. “Há a troca de calor com o solo também”, conta ela. O dormitório, com saída para uma varanda, reserva uma área para trabalho.

A estrutura é de madeira de reflorestamento, assim como os móveis da instalação. As portas e janelas são de vidro com alguns encaixes metálicos. O isolamento das paredes é com manta de lã de vidro e em algumas extensões recoberta de madeira. A iluminação é de LED com feixe de luz direcionado, além de a residência ter aproveitamento da luz natural das janelas. O teto acompanha o caimento do telhado com peitoril de 1,84 m. A casa dispõe de um reservatório para reaproveitar água da chuva e reuso da água do banho.

Na construção apresentada, uma parte da cobertura é com telhado verde e o restante é uma sobreposição de resíduo de petróleo de manta asfáltica. A energia elétrica consumida dentro da casa é limpa, pois é produzida por fontes naturais autorrenováveis, incluindo a energia eólica produzida pelo vento e a fotovoltaica captada por painéis solares que convertem os raios de sol em eletricidade.

O painel de aquecimento solar está sobre a casa e o sistema de hélices pequenas em uma torre fica a poucos metros. O sistema gera 500 watts por dia. O consumo das luminárias internas e um poste externo de LED gastam em torno de 250 a 240 watts/dia.

O banheiro foi remodelado para a redução do consumo de água do banho e das descargas do vaso sanitário. O chuveiro, com água aquecida pelo sistema solar, tem dois dutos: um para fornecer e outro para guardar a água para o reuso. O vaso com caixa acoplada dispõe de dois acionamentos: um curto e outro para maior demanda de água.

Retorno do investimento
Segundo Renata, o custo de construção, sem os cálculos dos acessórios de fonte limpa de energia, é similar as demais moradias e estão em torno de R$ 1,2 mil e R$ 1,4 mil o metro quadrado. “A vantagem é que o valor investido na casa se paga ao longo do tempo de uso, com a economia que se faz com consumo de energia elétrica e consumo de água”.

“A ideia é aplicar a tecnologia já existente em um projeto novo, escolhendo materiais sustentáveis, aplicando o reaproveitamento de água, de fontes de calor, de vento, de forma eficiente”, disse o aluno do 6º ano da FAU-Unicamp, Daniel Turczyn, 25 anos, um dos integrante do grupo que agilizou a execução da casa. A residência em exposição foi desenhada para abrigar um casal. “Mas pode ter uma planta ampliada com mais instalações”, contou.

Segundo o estudante, todos os elementos contidos ali podem ser aplicados ou adaptados em residências convencionais. A execução da planta de 65 m² levou 20 dias e teve como parceiros empresas da construção civil, indústrias que buscam técnicas de utilização de materiais passíveis das condições e dos recursos naturais e de consultores de produtos sustentáveis.

Casa Sustentável

Novos padrões para produtos ecologicamente correto

Mundo – O desenvolvimento e a implementação mundial de um novo sistema de classificação ambiental poderia facilitar a comparação de produtos para os consumidores em todo o mundo. A Associação de Manufatureiras de Eletrodomésticos (AHAM, na sigla em inglês) anunciou, na última terça-feira, 10 de agosto, que firmou parceria com a Associação Canadense de Padronização e com o grupo internacional UL Environment, duas organizações líderes em padronização. Os três juntos pretendem desenvolver uma série de novos padrões que poderão ser utilizados por governos, varejistas e consumidores em todo o mundo para identificar e promover produtos ecologicamente corretos.

Os novos padrões de eficiência ambiental levarão em conta não apenas o consumo de energia do produto, mas também seu impacto ambiental durante sua vida útil. Em um press release, as companhias comunicaram que pretendem desenvolver “uma métrica que conquistará a confiança do consumidor”. Uma maior transparência nos padrões ambientais é necessária quando o consumidor se torna cada vez mais consciente ambientalmente a respeito dos produtos e as manufatureiras começam a responder as suas demandas. Contudo, ainda não se sabe quando as empresas finalizarão os novos padrões e nem quando entrarão em vigor.

Atualmente, produtos de baixo impacto ambiental são classificados pelo sistema Energy Star e estão disponíveis em toda a América e na Europa. Os produtos europeus eficientes energeticamente também levam um símbolo de flor verde. Sites voltados ao consumidor, como o www.energystar.gov nos Estados Unidos, o www.energysavingtrust.org.uk no Reino Unido e o www.ecolabel.eu na Europa apresentam classificações ambientais e informações sobre diversos eletrodomésticos, como geladeiras e máquinas de lavar. Estima-se que o desenvolvimento de um novo sistema de classificação ambiental leve a um sistema de classificação ambiental padronizado globalmente, simplificando as comparações entre os produtos para os consumidores e ajudando para que eles não comprem enganados.

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