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AutoTram

AutoTram, tem suas baterias carregadas nas paradas para embarque e desembarque de passageiros

A Alemanha esta decidida em investir em energia limpa, investimentos consideráveis estão sendo feitos voltados para o meioambiente e transporte público, recentemente foi apresentado o AutoTram, um protótipo de um trem elétrico que que tem suas baterias carregadas a cada parada que cumpre: trata-se de um veículo de transporte de massa hibrido que utiliza pneus para se deslocar alimentado eletricamente graças a uma bateria especial que é alimentada progressivamente a cada parada do veículo.

O projeto foi elaborado pelo Instituto Fraunhofer, custou 34 milhões de euros ao governo alemão e visa proporcionar flexibilidade, conveniência e comodidade de um ônibus, mas com zero de ruído e emissões de escape.

O grande problema com relação a autonomia das baterias foi resolvido pela engenharia alemã que mantem a patente., um tanque de diesel foi acoplado ao veículo para resolver o problema em casos em que a parada for distante e a carga estiver se esgotando impossibilitando a recarga.

O AutoTram se distingue dos “bondes” tradicionais porque tem uma transmissão por um sistema multieixo e é articulado.

Segundo seus criadores o AutoTram custa 30 a 50 vezes menos que um metrô, embora custe muito mais que um ônibus comum.

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Jean Nouvel – Arquiteto

Estamos iniciando uma nova faze aqui no Blog Talbua onde a discussão das melhores práticas sobre Arquitetura, Design e Landscape terão seu espaço privilegiado com foco em Sustentabilidade.

Esperamos que vocês gostem, participem postando seus comentários e enviando sujestões.

Para iniciar a nova fase estamos postando um vídeo do Arquiteto Francês Jean Nouvel.  Aproveitem o máximo.

Abs,

Francisco

O vídeo trata do projeto do Minimetro construído em Perugia – Itália, é um sistema de transporte público para poucas pessoas (ettometrico), de curta direção é automatizado do tipo “people mover” desenvolvido em uma única linha ao longo de 4 km, liga os subúrbios do Oeste com o centro histórico da cidade, atravessando a estação ferroviária de Fontivegge, na verdade é um Funicular com características inovadoras  foi construído pela empresa  Leitner Ropeways S.p.A. di Vipiteno (BZ).

Maiores informações leia aqui

Mas o que aconteceu na COP 17?

COP 17?

17ª Conferência das Partes da ONU.

Onde aconteceu?

Durban – África.

Quando?

de 28 de Novembro de 2011 à 9 de Dezembro 2011.

Onde me informar?

http://adoptanegotiator.org/

http://www.cop17-cmp7durban.com/

 

Quais foram os pontos discutidos?

Foi acordada a adoção de um acordo global de redução das emissões, incluindo aí desenvolvidos e em desenvolvimento. Porém, esse acordo só deve começar a ser discutido em 2015, para implementação após 2020.  O ponto positivo aqui é que mesmo países como Estados Unidos e China aceitaram subscrever a tal acordo, que possivelmente terá caráter legal, ou seja, será um instrumento obrigatório, regido por medidas legais de não cumprimento (?). O processo é denominado Plataforma de Durban para Ação Aumentada;

Protocolo de Kyoto, que expira no fim do ano que vem, ganhou uma segunda versão, a partir de 2013, com previsão de término entre 2017 e 2020. Nesse período, de acordo com o texto, o objetivo é que se tenha reduzido entre 25% e 40% das emissões dos países signatários em relação aos níveis de 1990;

Foi, finalmente, criado o Fundo Verde, instrumento que disponibilizaria aos países menos desenvolvidos os subsídios para combater às mudanças climáticas e reduzir suas emissões, desenvolvendo-se sem que, com isso, tenham de passar por estágios de destruição do meio ambiente. A Coréia do Sul se propôs a contribuir para o fundo. Outras nações foram convidadas a fazer o mesmo.

 

Conclusão:

 

A COP17 foi um fiasco como a COP15?

Não, graças aos acordos de última hora.

A 17ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-17) obteve um acordo de última hora em Durban (África do Sul), fixou um roteiro para um pacto global de corte de emissões e salvou as delegações dos 194 países reunidos de um vexame. Mas adiou as medidas determinantes contra o aquecimento do planeta.

 

Não existe um Planeta B

 

 

Que venha 2012!!

Muita gente, inclusive eu, esta se despedindo  de 2011 com um certo alívio.

2012 esta chegando com novos desafios e esperanças, o cenário não é nada bonito mas cabe a nós espantarmos o pessimismo.

No apagar das luzes de 2011 as midias veiculam a notícia de que o Brasil é a sexta economia do mundo. Parabéns para nós! A conquista pertence a todos e nosso trabalho agora é lutar para que mais e mais pessoas tenham acesso aos benefícios sociais e econômicos que esse título representa.

Para todos, nossos votos de felicidades, paz, saúde e prosperidade!

Francisco e família.

Véspera de Natal, os preparativos para a reunião em família esta à todo vapor, o forno ligado o aroma invadindo a casa o vozerio se mistura a correria e algazarra das crianças.

Na minha opinião não existe data melhora para conjurar bênçãos e votos de felicidades, o “espirito natalino” reverbera pelo ar e as boas vontades instalam nos corações a “força do bem” que abrem todos os sentidos.

Conjuro a benção ao planeta, aos povos e que o “Homem” se encha de boa vontade, aceitando a diversidade, ajudando o próximo e que suas ações sejam para o bem e jamais prejudique o planeta, que a vida seja plena em harmonia e paz.

 

Feliz Natal. Boas Festas

 

Francisco e família.

 

 

DURBAN, África do Sul – A 17ª Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP 17) começou nesta segunda-feira na cidade sul-africana de Durban, quando o México, anfitrião da conferência de 2010 em Cancún, passou a responsabilidade à África do Sul.

A conferência acontece no International Conference Center (ICC) de Durban, onde até o próximo dia 9 de dezembro se reunirão cerca de 20 mil delegados e observadores de quase 200 países para abordar a ameaça para o planeta da mudança climática.

Na inauguração da reunião, o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, agradeceu à ONU sua “confiança na capacidade da África para abrigar esta conferência”.

Zuma destacou que a mudança climática “já não é só um desafio de meio ambiente, mas um desafio para o desenvolvimento”, o que para muitas pessoas é “questão de vida ou morte”.

Já a ministra mexicana de Relações Exteriores, Patricia Espinosa, ressaltou que “o desafio global que temos é encontrar uma solução definitiva que harmonize o desenvolvimento com a sustentabilidade”.

“O desafio é poder encontrar e desenhar políticas públicas eficazes para reduzir a mudança climática que sejam também economicamente viáveis”, disse Espinosa, em referência a uma reunião do presidente do México, Felipe Calderón.

A ministra de Relações Exteriores sul-africana, Maite Nkoana-Mashabane, definiu a reunião de Durban como “um momento decisivo” para conseguir objetivos como a renovação do Protocolo de Kioto.

Uma das prioridades em Durban é avançar na renovação do Protocolo, um acordo juridicamente vinculativo adotado em 1997 na cidade japonesa de Kioto, que fixava objetivos para reduzir a emissão de gases causadores do aquecimento global.

Os Estados Unidos, o segundo país mais poluidor do planeta, não ratificou o protocolo, enquanto a China, a principal poluidora, está excluída por se tratar de uma economia emergente.

Conseguir um novo acordo sobre emissão de gases do efeito estufa é necessário porque o período de compromisso do Protocolo de Kioto expira em 2012.

Civano – A história da Comunidade.

Em 1981, o então Governador Bruce Babbit, participou de uma mostra de casas construídas com a utilização de energia solar. Seu comentário para os construtores, “Isso é ótimo, o que vocês vão fazer a seguir?” Sua pergunta, provocou uma discussão que resultou em uma visão de uma nova comunidade que reduz significativamente o consumo de recursos e os impactos ambientais adversos se comparado aos métodos utilizados.

Uma década depois, a Arizona Solar Village Corporation foi formada para formatar essa visão que foi originalmente chamado de Tucson Solar Village, hoje conhecida como a comunidade de Civano. “Civano” foi a era de ouro da fase clássica da civilização Hohokam, uma época em que se procurava os equilíbrio dos recursos naturais com as necessidades humanas.

O Departamento de desenvolvimento territorial do Estado do arizona, aprovou a utilização de 818 hectares de deserto subutilizado no lado sudeste de Tucson para o Projeto. Em 1991, foram aprovados os códigos de ocupação da área que faria parte do plano piloto. O código de zoneamento estipulado possuia metas agressivas no uso e conservação de recursos naturais,  para o comprador e construtor os requisitos relativos a eficiencia do edificio eram bem desafiantes, as metas eram bem agressivas.  A Câmara Municipal de Tucson aprovou um método integrado de desempenho e controle de custos o IMPACT, um Sistema de Desenvolvimento Sustentável que esclarecia os requisitos de desempenho necessário o ano era 1995.

Depois de vários estudos e planejamento de marketing, a cidade procurou um incorporador que estivese interessado no projeto, que fosse capaz e arrojado para encarar um projeto tão ambicioso. Uma joint-venture denominada Comunidade de Civano apresentou o lance apenas de US $ 2,7 milhões para a compra do terreno em um leilão em julho de 1996. A cidade também concordou em apoiar Civano com US $ 3 milhões no financiamento de infraestruturas para água, esgoto e estradas. O restante do dinheiro para o projeto foi alavancado por um compromisso adicional de US $ 20 milhões por financiadores privados, através de construtores para suplementar o dinheiro para projetos de energia.

O Plano para a implantação da cidade de Civano evoluiu através de uma série de intensos trabalhos de design para concretizar o projeto energético, houve a participação de membros da comunidade e teve o suporte de novos Urbanistas, Andres Duany, Stefanos Polyzoides, e William McDonough.

O custo real para desenvolver Civano, ultrapassou os $20 milhões do que um projeto do mesmo porte, isso devido as inovações na utilização de energia, conservação dos recursos naturais e tecnologia utilizada no projeto.

Kevin Kelly, ex-presidente da Civano Development Company, observa que as questões foram muitas complexas:

“Como criar um espaço onde os vizinhos se relacionem?”

“Como incultir na cabeça das pessoas que o uso da terra e os nossos recursos naturais tem que ser usado com sabedoria?”

“Como podemos mitigar os padrões de uso da terra e práticas de zoneamento que nos trouxe a expansão urbana?”

Sua resposta foi “Civano “, o primeiro empreendimento de grande escala na América do Norte, que começava a enfrentar esses desafios.

“As idéias para Civano, foram germinando em nossa cidade há mais de quinze anos. O processo de planejamento para este projeto tem sido intenso e estimulante. Civano é fundamentalmente uma nova abordagem para o planejamento da comunidade. Os objetivos são manter as pessoas em contato entre si e ao seu ambiente, em vez de simplesmente maximizar os lucros a curto prazo, aumentando a contagem de lote de construção. Todos  os princípios de planejamento sustentáveis​​ requer uma análise que incorpora o impacto social, ambiental e econômica do empreendimento”.

Kevin Kelly continua com suas explicações:

“O resultado é uma comunidade que é para pedestres com árvores alinhadas passarelas e pontos de encontro, tais como: cafés, parques e praças públicas. “

As casas em Civano vão usar menos água potável e oferecer ao comprador escolhas  relacionados ao uso da energia ativa e passiva. O viveiro armazena, 50 árvores do deserto e plantas salvo do deserto,  para cada acre utilizado. Construtores apresentam aos consumidores produtos de construção ambientalmente mais saudável. O projeto tem infra-estrutura de telecomunicações de fibra ópticas e cabeamento estruturado nas casas. Mais importante, o plano Civano requer a adesão a utilização de energia estrita e código de obras que irão resultar em economia de energia suficiente para impedir que um bilhão de libras de emissões de carbono sejam dispersos na nossa atmosfera nas próximas duas décadas “.

Kelly conclui; “Civano é uma combinação de bom planejamento, boa ciência e imaginação artística.”

Pedalar!

Pedalar faz bem para o coração, mente e também para o planeta!

O sonho Americano!

O filme que vocês irão assistir,  lógico é uma ficção. Será?

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